domingo, agosto 29, 2004

DOIS EXEMPLOS DA MARCHA DA MISCIGENAÇÃO

Presentemente, as nações em que a adulteração (racial) se está operando com mais rapidez, são a França e a Rússia.
A França, foi, nos tempos pré-históricos, um dos principais focos de formação da raça branca, e ainda ao tempo da conquista romana, a Gália era um dos países em que se mantinha em maior pureza a raça branca. César (em «De Bello Gallico», ou «A Guerra das Gálias»), dizia que os Gauleses eram brancos, altos, louros e, sob o ponto de vista intelectual, aptos para toda a espécie de estudos.
Estrabão (em «Geographia»), dá as mesmas características aos Gauleses e diz que eles eram em tudo semelhantes aos Germanos, e que era tal a semelhança que deram o nome de «Germanos» aos habitantes de além Reno.
Muito depois de César e de Estrabão, ainda Amiano Marcelino aponta os mesmos caracteres etnográficos aos Gauleses, dizendo que eles eram brancos, louros e altos e muito limpos, pois era raro vê-los com o vestuário esfarrapado ou sujo. Todavia, durante a dominação romana, a população da Gália meridional (Provença e Aquitânia) devia ter sofrido alguma adulteração do ethnos gaulês, mas foi sobretudo depois das guerras napoleónicas e nomeadamente depois da guerra de 1870 que essa adulteração se acentuou.
Os massacres da Revolução Francesa e a seguir os grandes morticínios causados pelas guerras contínuas de Napoleão deixaram a França exangue. Os melhores elementos foram mortos nas batalhas e a maior parte dos que restaram era constituída por velhos, inválidos e crianças.
Napoleão foi, durante cerca de 20 anos, um massacrador da mocidade europeia, e nomeadamente da francesa.
Depois das grandes hecatombes napoleónicas, a França tem sofrido uma certa anemia demográfica.
Além disso, a França, depois da revolução de 1789, tem sido uma espécie de albergue mundial. Ali vai ter o que há de melhor e o que há de pior na humanidade: os grandes idealistas perseguidos pelos tiranos, os grandes intelectuais; mas também a escória cosmopolita composta de aventureiros, souteneurs, financeiros crapulosos, apaches e bandidos internacionais de toda a espécie.
Depois de 1870, a França constituiu um grande império colonial africano; este contacto estreito com tantas regiões da África, não pode deixar de obscurecer um pouco a tradicional alvura gaulesa, bem como a sua mentalidade helénica.
A grande invasão cosmopolita em França, começou, porém, após a guerra mundial.
A deficiente natalidade, agravada pelo morticínio da guerra e as destruições sistemáticas dos Alemães, produziram em França uma falta extraordinária de braços e a necessidade de chamar imigrantes. A França tornou-se assim um país de imigração, como as nações americanas, pertencendo ao número dos curiosos países que são colonizados pelas colónias. Ali vão dar fundo numerosas colónias de pretos, mulatos, chineses, índios, marroquinos, algerianos, judeus, árabes, etc., o que começa já a preocupar os franceses conscientes. A criminalidade tem aumentado consideravelmente com esta miscelânia cosmopolita, e se a França continua com este regime de porta aberta, daqui a um século não se reconhecerá a si própria; pois terá mudado por completo tanto o seu facies físico como o psíquico. Poderá ainda conservar o seu nome e a sua língua, mas o seu sangue e a sua alma serão muito diferentes.
A França da cultura europeia, das grandes descobertas científicas, de espírito e graça modelados no aticismo clássico, terá desaparecido, e em seu lugar ficará uma França mais ou menos mestiçada e escura, um prolongamento da Mauritânia e da Palestina.

Depois da França, é a Rússia a nação mais ameaçada pela adulteração étnica. Há menos de 2500 anos era a Rússia ou Cítia antiga, povoada por populações de genuína raça branca, semelhantes às da Germânia. Herodotus, falando dos Citas que habitavam além do Danúbio, diz que eram altos e louros; e nos relevos da Assíria, os Citas aparecem como indivíduos de tipo germânico.
No quarto século, ainda tribos de puro tipo branco, com os Godos, Ostrogodos e Alanos, ocupavam a maior parte das planícies da Rússia meridional e oriental. As populações de pura raça branca que ocupavam desde os tempos pré-históricos as planícies da Rússia, encontram-se hoje na Alemanha, Polónia, Áustria e noutros países da Europa Ocidental, para onde foram empurradas no princípio da Idade Média pelos Hunos e mais tarde pelos Mongóis, Magiares e Tártaros.
Actualmente, as populações da Rússia oriental e do sudeste estão fortemente mongolizadas. A política dos Czares foi orientada no sentido de europeizar a Rússia e a Sibéria, promovendo a introdução da cultura europeia e favorecendo a imigração germânica; mas, depois da revolução bolchevista, a Rússia ou a oligarquia que a domina tomou abertamente posição contra os povos da Europa ocidental, procurando levantar contra eles todos os povos da Ásia, política tortuosa de que a própria Rússia acabará por ser vítima.
Em tais condições, a mongolização da Rússia deve continuar com grande rapidez, pois os bolchevistas, procurando acima de tudo destruir as pátrias ou nações, e constituir uma ditadura universal, nada se importam que a Rússia como nação desapareça ou a sua raça, e julgam até que o confusionismo das raças é a primeira condição para a cosmopolis universal que esperam implantar sobre as ruínas de todas as nações.


(Engrossei esta última passagem para a destacar.)

In Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca: III - Adulteração e Eliminação da Raça Branca, de J. Andrade Saraiva, Lisboa, 1932.




6 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Deste texto depreende-se que os verdadeiros brancos, e aqueles que o autor tanto admira - até porque foi buscar toda a sua inspiração a textos escritos por racistas nórdicos - são louros e altos. O seu fascínio por este tipo físico é quase orgásmico. Seria ele português? A crer no que escreve, certamente se suicidou, por carregar no sangue tamanho mestiçagem, capaz de provocar no nórdico anglo-saxão, ou germânico, um instinto genocida e assassino. Que bom que a Alemanha Nazi estava longe. Ter-nos-iam, e aos espanhóis, escravizado ou "genocidado".

29 de agosto de 2004 às 22:07:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Já calculava que viesse esse tipo de argumentação, usada a torto e a direito pelos anti-racistas portugueses, e não só, sempre esperançosos de dividir os nacionalistas europeus, levando a que estes lutem entre si. E aproveitam tudo o que pareça sequer vagamente útil, zás!, não hesitam, nem têm mãos a medir, estão sempre em cima do acontecimento, prontos para fazer crer que um copo de água entornado é um dilúvio, pudera, de cada vez que a Direita Nacionalista se ergue, é um pavor nas hostes «anti-racistas» que só visto, é preciso deitar abaixo os Le Pens o quanto antes... antes que os ocidentais acordem...
No entanto, este exemplo, do autor do texto, não serve para isso nem de perto nem de longe.
O autor nunca diz que os brancos morenos não são brancos. Nem sequer dá a entender isso.
Descreve a brancura de certos povos antigos só para aumentar o contraste entre o que existiu e o que existe em certos locais. É sem dúvida verdade que o autor considera que houve alguma mistura com elementos negróides no sul da Europa, e a isso atribui a decadência do sul greco-romano, mas não deixa de afirmar que a Europa meridional é de raça branca, como o foi sempre.
Publicarei amanhã essa parte do seu livro.

30 de agosto de 2004 às 00:24:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Quanto ao que a Alemanha NS faria na Ibéria, se não estivesse «longe», não creio que aquilo que o caro, ou a cara anónimo/a (fazia jeito que usasse(m) um nome qualquer, não só por uma questão de referência, mas também para dar mais cor a isto) diz seja mais do que pura especulação.
E especulação pouco convincente, ainda por cima.
Se os nórdicos odiassem assim tanto os meridionais, então nem sequer se teriam aliado aos Italianos; nem aos Espanhóis; nem teriam soldados ibéricos nas suas forças armadas; nem teriam tratado bem os prisioneiros de guerra gregos; se odiassem morenos, teriam mandado executar Rudolf Hess o qual, além de não ser loiro, nem sequer tinha olhos azuis; Hitler, estava longe de ter cabelo de cor solar e era conhecido na Alemanha por ser um baixote; Reinhard Heydrich, uma das maiores figuras das S.S., tinha sangue judaico, até pelo seu rosto se nota que não era nada parecido com os outros nórdicos.

30 de agosto de 2004 às 00:29:00 WEST  
Blogger Nicolau da Romênia said...

Enquanto vocês se contradizem, observem que neste mundo só os Nazistas Judeus não se misturam com ninguem, porque esses judeus são os Maiores Nazistas do mundo!

27 de outubro de 2012 às 17:51:00 WEST  
Blogger lol said...

O alfred rosenberg dizia no mito do seculo xx que 1789 foi feito por meridionais meds e destruiu a nata do norte arya

10 de novembro de 2023 às 11:32:00 WET  
Blogger Caturo said...

«O alfred rosenberg dizia no mito do seculo xx que 1789 foi feito por meridionais meds e destruiu a nata do norte arya»

Pois, muito do pessoal conservador que quer ser racista árico dá-se mal com a Democracia. O menos mau que eu vi a comentar a revolução francesa dizia que esta tinha sido uma acção do substrato galo-romano contra a aristocracia germânica...
A verdade factual é que, no tempo precisamente de Rosenberg, a quase totalidade dos países norte-europeus era democrática enquanto as ditaduras estavam quase todas na Europa meridional, mais influenciada pelo Mediterrâneo. A excepção no primeiro grupo foi a Alemanha, que, curiosamente, é talvez um dos países germânicos mais politicamente influenciados pelo sul. Enquanto as outras duas Nações germânicas ocidentais mais relevantes - Inglaterra e Holanda - começam por si mesmas a partir de sociedades tribais germânicas e são, talvez por isso, democráticas há muito tempo, a Alemanha começa no Sacro Império ROMANO-Germânico. «Kaiser» vem de «Caesar», título imperial romano. Hitler dizia o seguinte a respeito do TURCO Ataturk - «foi o maior político do nosso tempo; Mussolini foi o seu primeiro aluno; eu, o segundo». Ou seja, um mediterrânico culturalmente não europeu (embora tivesse aspecto europeu e origem posaivelmente europeia, ou albanesa ou grega) é que influenciou o germânico Fuhrer, que, entretanto, terá dito isto quando lhe perguntaram o que era: «Eu sou um grego» (por causa da sua admiração pela cultura helénica), embora entretanto dissesse que os Gregos antigos «eram Germanos», o que não muda a sua preferência objectiva por um exemplo cultural do sul. Noutra ocasião chegou mesmo a afirmar que o que queria era a grandeza imperial clássica greco-romana, enquanto o Himmler estava agarrado à cultura das cabanas de lama dos antigos Germanos «que nos envergonha a todos» (palavras atribuídas a Hitler). O NS é, na sua forma, decalcado do Fascismo italiano, até na saudação ROMANA e nos estandartes à maneira romana usados nas procissões...


12 de novembro de 2023 às 04:32:00 WET  

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