sexta-feira, julho 21, 2017

EUA TERÁ CANCELADO PROGRAMA DE TREINAMENTO DOS «REBELDES» ANTI-ASSAD DA SÍRIA

Foi relatado pelos média norte-americanos que Donald Trump teria cancelado o programa de treinamento e armamento da oposição síria para derrubar Bashar Assad, indicando uma aproximação com a Rússia na abordagem da crise síria. A Casa Branca não confirmou a notícia.
O presidente dos EUA, Donald Trump, tomou a decisão de encerrar o programa da CIA de armar e treinar a oposição moderada da Síria. 
De acordo com fontes oficiais dos EUA, citadas pelo jornal Washington Post, a decisão mostra a intenção de Trump de encontrar formas de cooperar com a Rússia para encontrar uma solução para a crise síria. 
A Casa Branca, no entanto, ainda não confirmou oficialmente o cancelamentos do programa.
O programa de treinamento e armamento da oposição síria foi uma base central de uma política iniciada pela administração Obama em 2013 para exercer pressão sobre o presidente sírio, Bashar Assad, e derrubá-lo do governo.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo/201707198908407-eua-trump-programa-armamento-oposicao-siria/

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Bom sinal da parte de Trump, que volta a agir de acordo com o seu discurso antes de ser eleito. Num debate com Hillary Clinton, manifestou a sua oposição à política de auxílio dos «contras» da Síria: «não sabemos quem são essas pessoas». Noutro debate repetiu a mesma ideia com mais rigor (
http://www.aljazeera.com/news/2016/10/debate-clinton-trump-clash-syrian-war-161010093723691.html): «Ela fala a favor dos rebeldes. Ela nem sequer sabe quem são os rebeldes. Bem vê, de cada vez que ajudamos rebeldes, seja no Iraque ou em qualquer outro lado, estamos a armar pessoas. Sabe o que acontece? Eles acabam por serem piores que os outros.»

quinta-feira, julho 20, 2017

SOBRE A EVENTUALIDADE DO CULTO INCONSCIENTE A JÚPITER E OUTRAS DIVINDADES PAGÃS NA IDADE MODERNA EM SOLO EUROPEU

«Quando o Catolicismo triunfou definitivamente sobre o Paganismo em toda a Europa, e começou a construir o edifício feudal que subsistiu até ao século XVIII - ou seja, um espaço de mil anos - não pôde reduzir e destruir por completo os costumes antigos, nem as ideias filosóficas que tinham transformado as bases pagãs na época da reacção politeísta levada a cabo pelo imperador Juliano.
(...)
Só ao olhar a França reconhecemos que o culto pagão sobreviveu por muito tempo às conversões oficiais realizadas na mudança de religião dos reis merovíngios. O respeito dos Povos por certos lugares consagrados, pelas ruínas dos templos ou até pelos escombros das estátuas, obrigou os clérigos cristãos a construir a maior parte das igrejas sobre as bases dos antigos edifícios pagãos. Em todos os lugares em que esta precaução foi esquecida, e especialmente nos lugares solitários, o culto antigo continuou - como no monte de San Bernard onde, no século passado, ainda se rendia culto ao Deus Jou sobre o lugar do antigo templo de Júpiter. Ainda que a antiga Deusa dos Parisinos, Isis, tenha sido substituída por Santa Genoveva como protectora e patrona, ainda assim no século XI se via uma imagem de Isis conservada por descuido debaixo do pórtico de Saint-Germain-Des-Prés, honrada piedosamente pelas mulheres dos marinheiros - o que obrigou o arcebispo de Paris a mandar que fosse feita em pedaços e atirada ao Sena. Uma estátua da mesma Divindade via-se contudo em Quenpilly, Bretanha, há uns anos, e recebia o respeito dos nativos. Em certas zonas de Alsácia e do Franco-Condado mantém-se o culto das Matres - cujas imagens em baixo-relevo aparecem em vários monumentos e que que outra coisa não senão as grandes Deusas Cíbele, Ceres e Vesta.»


«Os Iluminados», por Gérard de Nerval

quarta-feira, julho 19, 2017

NA ALEMANHA - MUÇULMANO «INTEGRADO MODELO» ESFAQUEIA ALEMÃ QUE LHE DEU EMPREGO

Um imigrante sírio na Alemanha que foi descrito por um jornal local como «integrado modelo», acabou por se passar da cabeça e apunhalar repetidamente a alemã que lhe deu emprego no seu cabeleireiro... tentou cortar o pescoço da patroa porque ela recusou os seus avanços sexuais...
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2017/07/germany-model-for-integration-muslim-migrant-stabs-female-salon-boss

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Ah, este calor humano vindo do grande sul muçulmano, que seria da álgida e insípida Europa sem esta gente para lhe dar outro «colorido» e mais animação «imprevisível»...

AUTORIDADES DE CIDADE NORTE-AMERICANA RECUSAM MOSTRAR IMAGENS DE VIDEO-VIGILÂNCIA PORQUE QUEREM EVITAR O RACISMO...

Polícia de São Francisco (EUA) recusa mostrar imagens das cenas de violência captadas pelas câmaras de video-vigilância porque, conforme a própria polícia diz, «Não queremos alimentar o racismo»... Com efeito, o gerente assistente da BART (Bay Area Rapid Transit) disse textualmente o seguinte:
«Se regularmente alimentássemos os vídeos mediáticos de crimes no nosso sistema que envolvem suspeitos oriundos de minorias, particularmente os menores, iríamos certamente enfrentar questões sobre como estaríamos a sensacionalizar crimes relativamente menores e a perpetuar falsos estereótipos neste processo.»
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Fonte: http://www.dailywire.com/news/18509/san-fran-transit-we-refuse-release-crime-amanda-prestigiacomo

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Moral da história - a verdade dos factos torna as pessoas racistas contra os negros...

RAPARIGA DE DEZASSETE ANOS SEXUALMENTE MOLESTADA POR MUÇULMANOS NUM CONCERTO NA ALEMANHA

Uma rapariga de dezassete anos foi sexualmente agredida por quatro imigrantes muçulmanos num concerto realizado em Schorndorf, Alemanha. Quando a polícia deteve os agressores, uma multidão atirou-lhe pedras e houve grupos de jovens muçulmanos a vandalizar diversos locais desta povoação.
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Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-4703386/Riots-German-festival-Iraqi-sexually-harassing-women.html

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É mais calor humano vindo dos orientes muçulmanos para dar outra alegria à Europa... aquela gente não se segura e depois sai-lhes daquilo...

AUSTRÍACA AGREDIDA NA ÁUSTRIA POR PASSEAR UM CÃO E ASSIM CAUSAR DESAGRADO A ADOLESCENTE DA SOMÁLIA

Uma mulher de meia idade foi brutalmente espancada em Viena de Áustria por uma imigrante da Somália e teve de ser hospitalizada porque a imigrante somali não gostou que a austríaca estivesse na sua própria terra a passear o seu cão, uma vez que no Islão os cães são animais impuros...
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2017/07/austria-dogwalker-hospitalized-after-beating-by-muslim-migrant-teen-girl-who-said-dogs-unclean

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É mais calor humano e impulsividade oriunda do sul não europeu, ao serviço de uma cultura alógena que com os seus ricos valores contribui para a convivência na Europa...

MANIFESTAÇÃO AMANHÃ EM LISBOA CONTRA A TOURADA


Neste mês de Julho, a próxima quinta-feira será mais uma vez pautada por barbáries na catedral da tortura. Dia 20 contamos com a vossa presença e partilha deste evento. Por favor, tragam apitos, vuvuzelas, buzinas, tachos, panelas, todo e qualquer instrumento que produza ruído. A vossa presença é importante para que mostremos o quanto lutamos pelo fim deste "espectáculo", para que façamos esse esforço de modo a conseguirmos fazer bastante ruído intermédio. Temos cartazes alusivos mas podem trazer as vossas mensagens se não ofensivas. por favor, partilhem este evento =)

Pelos touros, pelos cavalos, pela protecção da sensibilidade das crianças, pela dignidade e respeito por todas as cidadãs e cidadãos portugueses.

Acção Directa | actiVismo | Lx Anti-tauromaquia

Com o apoio da Associação ANIMAL

URGENTE: ESCREVA AO PROVEDOR DA RTP

A RTP transmite esta 6ª feira mais uma tourada em directo na sua emissão. O anterior Provedor do Telespectador recebeu milhares de queixas, considerou que "as touradas não são serviço público" e a RTP reduziu as transmissões para 3 touradas/ano. Vale a pena insistir em contestar o investimento neste tipo de conteúdo, por isso a sua opinião conta! Em 2 minutos apresente uma queixa pela transmissão de touradas na RTP enviando um email para: provedor.telespetador@rtp.pt 
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Mensagem sugerida:
Exmo. Senhor Provedor do Telespectador,
Ao tomar conhecimento da transmissão de mais uma tourada na emissão da RTP1, venho por este meio apresentar a minha queixa e indignação pela insistência da Administração da Televisão Pública em promover um conteúdo que não é consensual na sociedade portuguesa, que implica violência e maus tratos contra animais, além das vítimas humanas e acidentes com imagens de grande violência que são inerentes a este espetáculo. 
Espero que a RTP ouça finalmente os seus espectadores e o seu Provedor que já considerou que a televisão pública não deve emitir corridas de touros, abstendo-se de promover as touradas na sua emissão. 
Com os melhores cumprimentos,
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Em alternativa envie a sua queixa por aqui: https://goo.gl/C6x2VQ


Fonte: https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069.108951.143034799060668/1587758787921588/?type=3&theater

PATRULHA MUÇULMANA CHECHENA DA CHARIA PERSEGUE CHECHENOS EM SOLO ALEMÃO

Cerca de cem islamistas já estão empregando abertamente a Lei Islâmica (Charia) nas ruas de Berlim, de acordo com a polícia local que está investigando uma nova série de ataques violentos na capital alemã.
A auto-proclamada polícia da moralidade é composta de salafistas da Chechénia, região muçulmana predominantemente sunita na Rússia. Os justiceiros ameaçam usar a violência para intimidar imigrantes chechenos de modo a que não se integrem na sociedade alemã. Também estão a promover a criação de um sistema jurídico islâmico paralelo na Alemanha. As autoridades alemãs, ao que tudo indica, são incapazes de detê-los.
A patrulha da Charia emergiu publicamente em Maio de 2017, quando salafistas chechenos lançaram um vídeo alertando os chechenos na Alemanha que se não observarem a lei islâmica e a Adat, tradicional código de conduta checheno, serão mortos. A existência do vídeo foi denunciada pela Meduza, organização mediática independente em idioma russo sediada na Letónia. O vídeo, que circulou via WhatsApp, software utilizado para troca de mensagens, mostrava um homem com capuz apontando uma pistola para a câmara. Falando em Checheno, declarou:
"Irmãs e irmãos muçulmanos. Aqui na Europa, certas mulheres e homens chechenos que se parecem com mulheres estão fazendo coisas abomináveis. Vocês sabem disso, eu sei disso, todos sabem disso. É por isso que declaramos: por enquanto somos cerca de 80. Mais estão dispostos a juntarem-se a nós. Aqueles que se afastaram da sua identidade nacional, que namoram com homens de outras etnias e se casam com eles, mulheres chechenas que escolhem o caminho errado e aquelas criaturas que se chamam de homens chechenos - assim que possamos, colocaremos todos na linha. Tendo jurado lealdade ao Alcorão, sairemos para as ruas. Esta é a nossa declaração de intenção, não digam que não foram avisados, não digam que não sabiam. Que Alá nos conceda paz e ponha os nossos pés no caminho da justiça".
De acordo com a Meduza, o comunicado acima foi lido por um representante de uma gangue de cerca de cem membros, com sede em Berlim, liderada por ex-capangas de Dzhokhar Dudayev, ex-líder separatista checheno. Todos os berlinenses de origem chechena que foram entrevistados pela Meduza disseram que sabiam da existência da gangue.
O vídeo apareceu depois de imagens de uma mulher chechena de 20 anos, nua, que mora em Berlim, serem enviadas do seu telemóvel roubado para todas as pessoas da sua lista de contactos. Em questão de uma hora, o tio da mulher exigiu falar com os pais dela. Segundo a Meduza, eles concordaram em "resolver o problema" na esfera familiar, enviando a mulher de volta à Chechénia, onde ela seria morta, para restaurar a honra da família. A polícia alemã interveio horas antes de a mulher embarcar no avião com destino à Rússia.
Depois de a mulher ser amparada por medidas protectoras por parte da polícia, o caso dela deixou de ser um problema familiar para virar um problema da comunidade. De acordo com a Meduza, agora é dever de qualquer checheno, independentemente dos seus vínculos com ela ou com a sua família, encontrá-la e puni-la. "Não é da conta deles, mas é um código de conduta tácito", assinalou a mulher, que desde então cortou o cabelo e usa lentes de contacto coloridas na esperança de se proteger. Disse que pretendia mudar de nome e fazer uma cirurgia plástica. "Se não mudares de nome e de aparência, eles vão caçar-te e matar-te", salientou. Embora se tenha formado numa escola de ensino médio alemã, quase nunca sai do seu apartamento por ser muito perigoso. "Eu já não quero ser chechena", desabafou.
De acordo com a Meduza, pelo menos metade da população de meninas chechenas solteiras na Alemanha tem informações comprometedoras suficientes nos seus telemóveis para serem consideradas culpadas de infringir a Adat:
"Relacionar-se com homens de outras nacionalidades, fumar, tomar bebidas alcoólicas, entrar em salões de narguilé, discotecas ou até mesmo em piscinas públicas pode provocar a ira comunal. Uma única foto num chat público do WhatsApp pode excomungar uma família inteira e o restante da comunidade será obrigado a cessar qualquer tipo de interacção com os seus membros. Com todos sob suspeita e todos responsáveis uns pelos outros, meninas chechenas dizem que às vezes são abordadas por estranhos na rua que as repreendem severamente devido à sua aparência, inclusivamente por usarem batom brilhante. O roubo de um telemóvel e a subsequente publicação de material comprometedor é um duro golpe, a pessoa desonrada não tem a quem apelar e quem postou as fotos da vítima não corre risco algum".
Os chechenos entrevistados pela Meduza relataram que as expectativas de comportamento são mais rígidas e rigorosas entre os chechenos que vieram para a Alemanha do que entre os que estão na própria Chechénia. Esta situação foi descrita como "competição de honradez" entre os chechenos que vivem no exterior e aqueles que moram na própria Chechénia e que são leais ao líder checheno Ramzan Kadyrov: cada lado quer provar que é mais checheno do que o outro e as ameaças de violência contra as mulheres "errantes" são vistas como "actos de patriotismo".
Numa ocasião, uma jovem chechena foi capturada em vídeo enquanto caminhava por uma rua em Berlim conversando com um não checheno. Naquela noite, dezenas de chechenos desconhecidos dirigiram-se a casa dela, que fica na região norte de Berlim. O homem que foi visto com ela foi brutalmente espancado. Quase todos os seus dentes foram quebrados. A jovem conseguiu esconder-se.
Em 4 de Julho, o jornal Tagesspiegel de Berlim relatou que várias mulheres e homens foram atacados pela gangue da Charia nas últimas semanas e que o Departamento de Polícia Criminal de Berlim (semelhante à Superintendência da Polícia Técnico-Científica) abriu uma investigação. Um porta-voz da polícia ressaltou que a investigação está sendo prejudicada pelo facto de que até agora nenhuma vítima se atreveu a registar queixa formal contra a gangue. As vítimas estão, ao que tudo indica, com medo de represálias.
Conforme a matéria do Tagesspiegel, membros da gangue, que já chega a cem elementos, encontram-se armados e muitos deles têm experiência de combate das guerras da Chechénia com a Rússia. Os membros da gangue, que também vieram da República do Daguestão e da República da Inguchétia, atacaram muçulmanos e não-muçulmanos, incluindo candidatos a asilo cristãos em abrigos de migrantes em Berlim.
A gangue está ligada a várias mesquitas salafistas na capital alemã, incluindo a Fussilet 33, que já serviu de sede do assim chamado Califado de Berlim. A mesquita foi fechada pelas autoridades alemãs em Fevereiro de 2017, após receberem informações que Anis Amri, o jihadista tunisino que perpetrou o ataque suicida numa feira natalina em Berlim, se abrigava naquela mesquita.
Cerca de 60.000 chechenos residem na Alemanha, de acordo com as estatísticas oficiais, mas segundo consta, o número é bem maior. Quase 40.000 chechenos solicitaram asilo na Alemanha somente nos últimos cinco anos. Muitos atravessaram ilegalmente a fronteira com a Polónia.
Um documento interno elaborado pelo Departamento de Auditoria Nacional (Bundesrechnungshofes) revelou que "a maioria das pessoas não autorizadas a permanecerem na Alemanha são cidadãos russos de etnia chechena, sendo que alguns têm vínculos com facções terroristas islâmicas".
A comunidade chechena da Alemanha encontra-se radicada principalmente em Brandemburgo e Berlim, onde estão firmemente enraizadas numa sociedade paralela. Um assistente social entrevistado pela Meduza afirmou que o principal obstáculo para a integração chechena é o código moral ultra-conservador, a Adat:
"Vieram para a Alemanha porque queriam viver na Alemanha, mas continuam a empenhar-se em transformar o país numa nova Chechénia com seus costumes medievais. Essa incapacidade e relutância de se integrar é extremamente frustrante, típica de todos os imigrantes, não só dos chechenos. A única diferença é que a maioria dos demais imigrantes vêm do século XX, não da época do feudalismo".
Numa entrevista concedida à Radio Berlin-Brandenburg, Maciej Falkowski, cientista político polaco especializado em Cáucaso, ressaltou que muitos membros mais jovens da diáspora chechena estão abraçando o Islão radical:
"Os Chechenos são uma nação homogénea e autónoma. Resolvem todas as suas diferenças entre eles mesmos. É difícil encontrar um checheno, por exemplo, que procure resolver um litígio por intermédio de um tribunal alemão. A religião, como não podia deixar de ser, também desempenha um papel importante na geração mais nova. Além disso, os chechenos não tiveram o seu próprio país há centenas de anos e, portanto, não estão familiarizados com o estado de direito (Rechtsstaat) como nós o entendemos.
"Estamos presenciando a evolução de um conflito de gerações entre os chechenos. Os idosos são mais cépticos no tocante ao salafismo e ao Islão radical, ao passo que os mais jovens os abraçam. Eles acreditam que o salafismo proporciona saídas em relação à sua identidade. Na doutrina salafista encontram líderes comunitários e carismáticos. O salafismo é a corrente dominante do momento."
Heiko Homburg, um funcionário do Ministério do Interior de Brandemburgo, o estado da federação alemã que circunda Berlim, salientou que a maioria dos extremistas islâmicos conhecidos são da Chechénia:
"O problema em Brandenburgo é que o Emirado Caucasiano (organização jihadista militante activa no sudoeste da Rússia), à qual muitos chechenos se sentem engajados, se ligou ao Estado islâmico. De modo que, querendo ou não, temos de facto organizações do tipo Estado Islâmico aqui em Brandemburgo".
Agentes de segurança alemães estimam que de 1.500 a 2.000 chechenos estão combatendo no Iraque e na Síria. À medida que o Estado islâmico se aproxima da derrocada, teme-se que muitos combatentes se encaminhem para a Europa através da Ucrânia e da Polónia com a ajuda das relações dos clãs pan-europeus e chechenos.
Em Frankfurt (Oder), cidade alemã situada na fronteira com a Polónia, a polícia alerta que a migração chechena é uma bomba-relógio:
"Estamos diante de um problema complicado, que está a avolumar-se em relação aos chechenos radicais que estão constantemente atravessando de um lado para o outro, indo e voltando da fronteira da Alemanha com a Polónia. As suas famílias estão montando estruturas nos quatro cantos da Europa para financiar o Estado Islâmico com o lucro do crime organizado. A atenção de todos está voltada para os sírios, mas os chechenos compõem o grupo mais perigoso. Não estamos dando a devida atenção a isso".
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Soeren Kern é membro sénior do Instituto Gatestone sediado em Nova Iorque.
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Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/10701/policia-chechena-sharia-berlim


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Quando um credo universalista consegue confundir-se com o patriotismo no seio de uma determinada nação, tem aí um poder acrescido ao do fanatismo religioso... assim faz o Islão entre os Chechenos. 

PETIÇÃO CONTRA A REALIZAÇÃO DE TOURADAS EM ALBUFEIRA

A cidade de Albufeira NÃO TEM tradição de tauromaquia. Não tem ganadaria, não tem um passado ligado a touros e cavalos! 
A praça de touros que existem em Albufeira está incompleta, é um edifício sem manutenção que nunca chegou a ser concluído! Não traz dignidade à nossa cidade, muito pelo contrário, é um edifício num local central que é uma mancha arquitetónica e estrutural! 
Um estudo académico realizado em 2007 no Instituto Universitário de Lisboa, a pedido de uma associação de defesa dos direitos dos animais, mostrou que 56,1% das pessoas inquiridas num inquérito de abrangência nacional responderam ser a favor de uma proibição legal das touradas. Uma sociedade evoluída e desenvolvida não pode compactuar com a violência gratuita de seres vivos, cientes, que têm a capacidade de sentir quando uma mosca poisa no seu lombo, quanto mais quando ferros lhe são cravados na carne! Recentemente foi criado e aprovado um estatuto jurídico próprio para os animais, reconhecendo a sua natureza de seres vivos dotados de sensibilidade, que lhes atribui direitos! A tourada é claramente um retrocesso no processo do progresso civilizacional da sociedade, e constitui uma infracção nítida do novo estatuto jurídico dos animais! 
Queremos que Albufeira seja uma cidade livre destas demonstrações cruéis e sangrentas, verdadeiras torturas, que em nada representam a vontade e forma de estar dos cidadãos de Albufeira, e que não atrai a grande maioria dos turistas, sendo que muitas vezes o próprio recinto se encontra praticamente vazio durante o espectáculo! Um pouco por todo o lado a tendência é para a abolição deste tipo de manifestações: a conhecida empresa de reservas online TripAdvisor emitiu um comunicado no passado dia 11 de Outubro de 2016, onde anuncia que vai descontinuar a venda de bilhetes para experiências turísticas específicas durante as quais os viajantes entrem em contacto físico com animais selvagens e espécies ameaçadas que estejam em cativeiro. O gigante do sector do turismo refere-se ainda às touradas como um dos negócios que estão excluídos da sua listagem de ofertas. Analisando as estatísticas oficiais dos últimos anos verificamos que desde 2010 as touradas já perderam mais de 53,1% do seu público. Significa que a tauromaquia tem um peso cada vez mais insignificante no panorama dos espectáculos ao vivo em Portugal. Este tipo de manifestações de sofrimento e abuso é indigno de uma sociedade moderna e civilizada! 
O abaixo-assinado que apresentamos é no sentido de serem abolidas as touradas em Albufeira, e que o espaço da Praça de Touros seja requalificado e transformado num espaço de verdadeiras manifestações culturais, como espectáculos de música, eventos desportivos, etc. 

Para assinar a petição, aceder a esta página: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT86335

terça-feira, julho 18, 2017

«PRÓS & CONTRAS»: «SERÁ QUE HÁ RACISMO EM PORTUGAL?»

O programa dos «Prós & Contras» ou aliás «Prós & Mais Prós» de ontem na RTP1 foi mais um insulto ao povo, mas teve os seus momentozitos interessantes... foi giro ver gente a defender ali, sem contraditório, que deve haver estatísticas raciais... espero que esta malta não queira sol na eira e chuva no nabal e depois aceite que as estatísticas raciais também se façam para a criminalidade... E ouvir o gajo do governo a dizer que «ai, os imigrantes contribuem com x milhões para a economia nacional»... falta dizer em que circunstâncias, em que medida é que isso não passa pela exploração de mão-de-obra barata dos imigrantes fazendo estagnar ou até baixar os salários dos portugueses mais desfavorecidos...
Seria também interessante saber quais os imigrantes que mais contribuem para a criação de postos de trabalho em Portugal... isto faz-me lembrar o caso da Holanda, onde o PVV conseguiu apurar números dos reais contributos dos imigrantes não europeus e os reais contributos dos imigrantes europeus e a sua conclusão foi clara: enquanto os imigrantes europeus contribuem positivamente para a economia nacional, os imigrantes não europeus constituem um peso negativo na economia... Mas pronto, pode ser que os imigrantes do terceiro mundo que vêm para Portugal sejam muito melhores que os imigrantes do terceiro mundo que vão para a Holanda...

CARTAZ DO PNR NO BARREIRO ESTÁ VANDALIZADO


Enchem a boca de "liberdade", "tolerância", "igualdade"... mas os seus actos demonstram a verdade: são gente com medo do pensamento, cobardes e selvagens cheios de ódio.
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Fonte: https://www.facebook.com/PNR.Partido.Nacional.Renovador/photos/a.116919651674158.11367.116915155007941/1615925278440247/?type=3&theater

UM EM CADA TRÊS BÁVAROS É A FAVOR DA INDEPENDÊNCIA DA SUA NAÇÃO


Na Bavária ou Baviera, quase um terço dos cidadãos é a favor da separação desta nação relativamente ao resto da Alemanha, isto de acordo com uma sondagem recente da YouGov (que contou com a participação de dois mil respondentes). Dezoito por cento dos Bávaros concorda aliás fortemente com a afirmação de que o seu Estado deve ser independente da Alemanha.
Em 2011, a percentagem de bávaros a favor da independência chegava já a constituir um quarto da população total.
A segunda área alemã mais favorável ao separatismo é a Turíngia, a terceira é o Sarre, onde já há vinte e dois por cento da população a favor da soberania. Segue-se a Saxónia, com um em cada cinco dos habitantes a concordar com o separatismo, a Pomerânia Ocidental Mecklenburg e a Saxónia-Anhalt.
De momento a constituição alemã não permite qualquer direito à secessão de qualquer dos territórios alemães. Em Dezembro de 2016, o Tribunal Constitucional Alemão declarou o seguinte: «Não há lugar para as aspirações secessionistas de certos Estados sob a constituição.»
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https://www.rt.com/news/396600-bavaria-independence-germany-poll/

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Já esteve mais longe a independência destas várias nações alemãs... segue-se o caminho para uma verdadeira Europa das Nações, o que confirma que a médio ou longo prazo nada é mais forte, na alma popular, do que a pulsão da Estirpe.


PROFESSOR UNIVERSITÁRIO DE ECONOMIA DENUNCIA - ELITE POLÍTICO-ECONÓMICA REINANTE REDUZ PROPOSITADAMENTE O VALOR DO TRABALHO

José Reis, professor catedrático de Economia, diz que em momentos de crise, como a vivida nos últimos anos, as famílias tendem a ajustar mais em gastos como lazer e cultura. Está preocupado com o arrendamento e com uma possível nova bolha imobiliária.

As famílias terão cortado em cultura, lazer, férias, para conseguir aguentar a casa, os consumos domésticos, o custo com a educação?
Parece-me razoável admiti-lo. Na última década, mas sobretudo nos últimos cinco anos, marcados pelo duro ajustamento do anterior governo e da troika, podemos dizer que a maioria das famílias passaram um mau bocado. O desemprego subiu e as expectativas das pessoas caíram a pique. Mesmo quem conservou o emprego passou a ter medo. Ora isto gera uma enorme pressão sobre as decisões de consumo.

É mais fácil cortar em férias, lazer.
Claro. Os custos relacionados com a habitação e a alimentação são sempre muito mais rígidos do que, por exemplo, a despesa em lazer. Sempre que há constrangimentos, há efeito de substituição.

Sabemos que a crise afetou de forma diferente as pessoas. A estagnação da despesa anual média das famílias reflete o quê?
Sabemos que as desigualdades aumentaram e não podemos deixar de ler estes dados sem ter isso em mente. Se não for para termos uma atitude crítica, pelo menos para termos uma capacidade interpretativa melhor devemos ter em mente que durante a crise os mais ricos praticamente não terão sido afectados. Os sinais de ostentação - os automóveis topo de gama, que não sentiram a crise - continuaram apesar do ajustamento infligido à maioria.

A despesa estagna, mas na habitação sobe 39%. Como lê isto?
Quando olhamos para o que está a acontecer aos centros urbanos percebemos que deixou de haver mercado de arrendamento a preços normais, ou compatíveis com o rendimento das famílias. A electricidade em Portugal também é das mais caras da Europa. As empresas queixam-se, as famílias queixam-se. Todos sabemos que os salários de pessoas como António Mexia e outros saem dos nossos bolsos por via deste modelo rentista.

Há uma bolha na habitação?
Temo que sim. Diferente da que aconteceu no passado que teve que ver com crédito hipotecário e que acabou por dar nisto, em bancos a tentarem livrar-se de quantidades enormes de malparado, não se sabe bem como. Se houver uma bolha, e julgo que ela está a formar-se, terá que ver com os fundos imobiliários que estão a comprar largas fatias das nossas cidades, como Lisboa.

Temos retoma com pouco emprego. Isto altera o consumo?
É um freio às expectativas. A grande mudança, talvez a mais terrível e profunda, que aconteceu em Portugal, tem que ver com a ascensão da cultura da desvalorização do trabalho. Hoje a cultura que está instalada é de quanto mais barato melhor, é termos licenciados a viver em situações precárias, a servir no sector do turismo, a trabalhar à borla na esperança de poderem vir a ter um salário miserável, a saltar de part-time em part-time. Esta desvalorização do trabalho é um sinal claro de que se está a investir pouco ou nada em capital humano e isso vai ter um preço muito alto.

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Fonte: http://www.dn.pt/dinheiro/interior/mesmo-quem-manteve-o-emprego-passou-a-ter-medo-8644459.html

POLÍCIA AFRICANO MATA MULHER BRANCA NOS EUA


Minneapolis volta a debater o uso de força letal pela polícia. Desta vez a vítima não é um homem negro, é uma mulher branca de 40 anos que vivia num bairro de luxo e chamou a polícia porque achou que alguém estava a ser violado nas suas traseiras. Os EUA voltam a indignar-se.
“Tiros disparados… Uma pessoa caída”, diz o agente, pedindo em seguida reforços via rádio e informando a central de que iniciara manobras de reanimação na vítima, uma australiana criada em Sydney que na noite de sábado foi atingida fatalmente pela polícia num beco de Minneapolis, Estados Unidos.
Justine Damond, uma professora de ioga e meditação com 40 anos, ligara para a polícia para denunciar uma violação que acreditava ter testemunhado perto da casa que partilhava com o noivo num bairro de luxo daquela cidade do Minnesota. Pouco depois da chegada de dois agentes ao local, Damond estava morta. Segundo a imprensa norte-americana, não é ainda claro o que terá levado um dos polícias a disparar sobre ela.
Don Damond diz que as autoridades ainda não o informaram dos contornos deste incidente que acabou por ser fatal para a mulher com quem estava prestes a casar. “Infelizmente, eu e a família de Justine não recebemos qualquer informação adicional das forças de segurança em relação ao que aconteceu depois da chegada da polícia”, disse aos jornalistas na segunda-feira, depois de ler um comunicado sobre a morte da noiva no relvado à porta da sua casa. “Perdemos a mais querida das pessoas e estamos desesperados por informação. […] Os nossos corações partiram-se e estamos profundamente devastados com a sua morte. É difícil imaginar como seguir em frente sem ela na minha vida”.
Também é difícil imaginar o que terá acontecido para que o agente da polícia disparasse sobre Justine, a avaliar pela descrição disponível, feita por três pessoas que terão testemunhado o sucedido e falaram ao jornal Minneapolis Star Tribune. A australiana ligou para o número de emergência para dar conta de ter ouvido gritos de mulher num beco nas traseiras da sua casa. Quando a polícia chegou, Justine, em pijama, ter-se-á aproximado do carro, do lado da janela do condutor, altura em que o agente sentado no outro banco da frente disparou sobre ela.
O Departamento de Segurança Pública do Minnesota, descrito como um órgão independente da polícia de Minneapolis, está a investigar o caso e já confirmou que Justine Damond não levava consigo arma alguma. O que teria, muito provavelmente, era um telemóvel, já que foi encontrado um junto ao seu corpo. Também já apurou que as câmaras individuais dos dois agentes não estavam ligadas, o que muitos entendem ser uma violação dos regulamentos aprovados pelas autoridades, e que a do carro não captou o trágico incidente.
Tensão constante
Segundo números divulgados pelo jornal americano The Washington Post, Desmond é uma das mais de 500 pessoas fatalmente atingidas pela polícia este ano e a quinta no estado do Minnesota, onde a tensão em relação ao uso de força letal pelas autoridades tem levado a intensos protestos (diz o New York Daily News que as mortes chegam já às 660 em 2017).
Minneapolis ainda não recuperou dos dois incidentes controversos envolvendo disparos da polícia e que levaram a apelos a nível nacional para que os agentes passassem a usar câmaras no corpo, recorda o Post.
No mês passado, continua o Guardian, um polícia foi ilibado da morte de Philando Castile, ocorrida durante uma operação stop, enquanto a namorada da vítima filmava a cena e a transmitia em directo nas redes sociais. A decisão do tribunal levou a manifestações, como acontecera em 2015, quando os dois agentes que levaram à morte de Jamar Clark, de 24 anos, não chegaram a ser acusados. Tanto Clark como Castile eram negros e a questão racial tornou ainda mais quentes os protestos em relação ao abuso de força por parte das autoridades.
Foi na sequência da morte de Castile – a polícia disparou sobre o seu carro várias vezes, alegando acreditar que o condutor se preparava para usar a arma que tinha consigo, algo que a sua namorada vem contestando desde então – que os polícias de Minneapolis passaram a usar câmaras no corpo. As mesmas que estavam agora desligadas.
"Quantas pessoas mais terão de morrer?"
Segundo o médico legista, Justine Damond não terá resistido a um tiro no abdómen e a sua morte foi registada como “homicídio”.
Cirurgiã veterinária de formação com casamento marcado para Agosto, Justine Damond trabalhava há três anos como instrutora de ioga e meditação no Lake Harriet Spiritual Centre, onde colegas, alunos e amigos se juntam ao noivo e à família na exigência de respostas das autoridades.
Na segunda à tarde, os dois agentes envolvidos não tinham ainda sido ouvidos pela equipa do departamento de segurança pública encarregue da investigação, o Minnesota Bureau of Criminal Apprehension, mas já tinham sido colocados em licença com vencimento, o procedimento habitual em casos semelhantes.
O beco onde Justine morreu está coberto de flores e de mensagens de despedida. A comunidade local está incrédula. “Quantas pessoas mais terão de morrer?”, pergunta, indignado, um dos moradores ouvidos pelo Washington Post, John Rafferty. "Aqui já não se pode ir passear o cão por volta da meia-noite. Minneapolis não é a Síria", diz.
“Uma mulher não devia telefonar à polícia a pedir ajuda e acabar morta”, diz Bethany Bradley, ligada à Marcha das Mulheres do Minnesota. “Isto não pode acontecer na Minneapolis Sul. Isto não pode acontecer na Minneapolis Norte. Isto não pode acontecer em St. Paul. Isto não pode acontecer no país inteiro. Estou zangada", afirma.
Políticos locais e o Ministério Público já vieram garantir que a investigação será rigorosa e que haverá apuramento de responsabilidades.
Para Zach Damond, 22 anos, enteado de Justine, há ainda muito a explicar: “Basicamente a minha mãe está morta por razões que eu desconheço. Eu exijo respostas. Se alguém pode ajudar, basta ligar para a polícia e exigir respostas. Estou tão farto de toda esta violência”, escreveu na página do Facebook da Marcha das Mulheres do Minnesota.
Shaun King, escritor e activista dos direitos humanos, não tem dúvida de que se vive hoje uma crise série de “brutalidade policial” nos Estados Unidos, uma crise a que a imprensa não tem dado a devida atenção porque está fixada em Donald Trump.
Na crónica que assina no New York Daily News, King escreve que, este fim-de-semana, essa violência saltou a barreira racial para atingir uma “mulher branca, loira e bonita” que estava a umas semanas de se casar. “Ela não foi encontrada com uma arma. Os polícias disparam sobre uma instrutora de ioga branca, desarmada e de pijama que lhes tinha ligado a pedir ajuda. É ridículo", diz.
King não é o único a deixar no ar que a morte de uma mulher branca num subúrbio rico pode ser o que é preciso para que o abuso de força por parte da polícia seja realmente discutido nos Estados Unidos.
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/07/18/mundo/noticia/justine-ligou-para-a-policia-a-pedir-ajuda-e-acabou-morta-por-um-dos-agentes-1779482

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Desta vez os grandessíssimos mé(r)dia dominantes não mostram a foto do polícia que matou um civil... será por o polícia ser africano, mais concretamente somali, como se lê aqui https://www.rt.com/usa/396584-minneapolis-cop-shot-aussie-woman/?
Quando quem mata é branco e quem morre é negro, presume-se que de violência racista se trata, porque se presume que o móbil do crime foi racial, porque a intelectualidade sociológica dominante meteu nos cornos que o «racismo» dos brancos é «estrutural», que é um argumento revoltantemente desonesto criado para continuar a culpar o branquedo todo de cada vez que um só branco cometa um crime alegadamente racial...
Desta vez, porém, a vítima é branca, o assassino é negro, e a «ninguém» passa pela cabeça que o trabalhador imigrante escuro e «desfavorecido» pudesse nutrir algum tipo de rancor racista colectivo - estrutural, portanto... - contra a loira sorridente e racialmente «privilegiada» e rica, a loira «burra» que tantas anedotas foleiras motiva, porque a loira é um símbolo de futilidade socialmente bem colocada e a «ninguém» passa pela cachola que neste «humor» todo possa haver uma profunda inveja e ressentimento contra quem representa no Ocidente a beleza eleita e o «privilégio» branco por excelência...


DIRIGENTE DAS AUTORIDADES POLICIAIS DA CATALUNHA É DECLARADAMENTE NACIONALISTA (SEPARATISTA)

A Catalunha passa a ter um separatista convicto a chefiar a polícia. A imprensa espanhola descreve Pere Soler como um advogado com ampla experiência e um independentista entusiástico. A sua nomeação só será confirmada esta tarde, mas a imprensa espanhola já avançou a notícia ao começo da manhã – Pere Soler, um advogado experiente com forte convicções independentistas, é o novo chefe da polícia da Catalunha.
Soler substitui Albert Batlle que, tal como ele, foi Secretário dos Serviços Prisionais. Batlle, no entanto, está muito longe de ser um acérrimo defensor da independência da Catalunha, algo que o advogado que está prestes a ser nomeado por Carles Puigdemont, presidente do executivo regional, é.
Batlle apresentou na segunda-feira a sua demissão, depois de na passada semana ter sido pressionado pelos partidos independentistas para que clarificasse a sua posição face ao primeiro referendo sobre a independência da Catalunha, agendado para 1 de Outubro.
Segundo o jornal La Vanguardia, Batlle sai por motivos políticos. O antigo chefe da polícia catalã manteve-se sempre distante das lutas pela soberania por entender que as autoridades devem actuar com absoluta neutralidade para garantir o cumprimento da lei.
Sobre Soler não recaem quaisquer suspeitas de neutralidade ideológica. Basta consultar a sua conta na rede social Twitter para perceber que apoia a causa separatista e o referendo que o governo de Mariano Rajoy garante que não vai permitir.
“Votaremos a 1 de Outubro. Não o poderão evitar”, twittou Soler a 4 de Julho, dia em que esteve no Teatro Nacional da Catalunha para assistir à sessão oficial de apresentação da lei do referendo, em que Puigdemont e o vice-presidente do Governo autonómico catalão participaram.
Meses antes, lembra o diário El Mundo, o advogado já demonstrara o seu desejo de ver a Catalunha completamente separada do resto da Espanha: “Espero que saiamos já porque os Espanhóis dão-me pena”, escreveu a 23 de Outubro de 2016 numa reacção ao facto de o PSOE ter anunciado que se ia abster para viabilizar a presidência de Mariano Rajoy, líder do PP.
Com escritório privado em Terrassa, cidade onde nasceu em 1967 e onde chegou a presidir ao tribunal arbitral, Pere Soler é especializado em assuntos europeus.
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/07/18/mundo/noticia/catalunha-passa-a-ter-um-separatista-convicto-a-chefiar-a-policia-1779486

A SOLUÇÃO FINAL PARA OS CIGANOS - UM ESTADO SOBERANO CIGANO


O que acima se vê é a bandeira da «Ciganidade», por assim dizer, aprovada no Primeiro Congresso Mundial Rom realizado em Londres, no Reino Unido, em 1971. A bandeira é composta por duas bandas horizontalmente dispostas de azul em cima e verde em baixo representando os céus e a terra, respectivamente. No centro da bandeira, figura uma chakra vermelha, representando a herança indo-ariana do povo rom. A Bandeira da Índia também contém uma chakra.
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_do_povo_rom

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Agora é só dar-lhes um território exclusivamente seu, eventualmente no norte da Índia, donde são originários, ou, quem sabe, algures numa zona desértica da Sibéria ou até do Polo Norte, enfim, onde haja espaço para os receber a todos de armas e bagagens, onde possam ter as suas coisinhas e pagar os seus impostos, sem atritos com outras populações, situações desagradáveis que só originam racismos e culpabilizações desnecessárias...



DESENVOLVIMENTO DE ARMAS LASER NOS EUA

Segundo os média, os EUA testaram o seu novo Sistema de Armas a Laser (LaWS) no golfo Pérsico. O especialista militar Boris Rozhin acha que esses testes são um sinal importante.
De acordo com a emissora CNN, a Marinha dos EUA testou o seu sistema de armas a laser no golfo Pérsico.
Segundo Christopher Wells, capitão do navio, o novo sistema é mais preciso do que uma bala e pode ser usado contra uma variedade de alvos. Um drone, usado como alvo, caiu no mar depois de ser atingido por um raio laser. De acordo com militares norte-americanos, o ataque foi invisível e silencioso. 
O especialista militar russo Boris Rozhin disse ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA têm vindo a desenvolver armas a laser "desde a Guerra Fria". 
"Estes programas têm sido desenvolvidos desde a Guerra Fria. Naquela altura tanto a União Soviética como os EUA desenvolviam diferentes tipos de armas, incluindo armas a laser. Depois do colapso da União Soviética, uma parte das tecnologias e alguns especialistas russos mudaram-se para os EUA, o que, sem dúvida, acelerou o programa norte-americano. Nos últimos anos tem-se observado um progresso dos norte-americanos em armas a laser, instaladas em estruturas marítimas, terrestres e aéreas. Embora actualmente não se trate da plena introdução nas Forças Armadas, esta concepção está a ganhar forma. Poderia dizer-se que, a longo prazo, serão feitos modelos de armas que poderão ser fornecidas em pequenas quantidades às Forças Armadas ou à Marinha dos EUA", disse Rozhin.
Segundo ele, os testes de armas a laser no golfo Pérsico são um sinal para o Irão.
"Nesses testes os EUA 'combinam trabalho com prazer': eles são também um sinal para o Irão, que é visto como adversário pelos aliados dos EUA. Estes testes visam mostrar que os EUA têm algumas vantagens tecnológicas e técnico-militares sobre os testes iranianos de diferentes mísseis e outros tipos de armas inovadoras", sublinha o analista.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/201707188895543-laws-testes-eua-armas-laser/

PELA PROIBIÇÃO DA CORRIDA DE GALGOS EM PORTUGAL

A corrida de galgos é uma indústria competitiva e organizada, na qual os cães são forçados a correr numa pista. Os cães perseguem uma presa (tradicionalmente uma lebre ou coelho artificial) na pista até passarem a linha da meta. Tal como acontece com as corridas de cavalos, nas corridas de galgos também se fazem apostas por parte do público. 

Indústria das corridas de galgos 
Nessa indústria, a chave para o sucesso e lucro dos criadores e treinadores é terem cães velozes. Mas apenas poucos dos estimados 20 mil cachorros galgos que nascem todos os anos é que têm as capacidades atléticas e velocidade requeridas para se tornarem grandes campeões. Sendo criados com o único propósito de correr e vencer, muitos cães jovens e saudáveis são descartados e mortos. 

Os cães que vão para as pistas enfrentam um duro programa de treino e, durante os treinos e as corridas, sofrem riscos significativos de lesões, como fracturas de pernas ou traumatismos cranianos. Alguns chegam a morrer de ataque cardíaco devido ao intenso desgaste físico. Os danos físicos são muitas vezes considerados “inviáveis financeiramente” para serem tratados e o treinador – que se diz “proprietário” – opta por matar o cão. 

Quando não estão nas pistas, as suas vidas não são muito melhores – geralmente são mantidos em pequenas gaiolas pela maior parte do tempo, sendo somente soltos para treinar ou correr. Informações de grupos de resgate de galgos indicam que muitos animais resgatados estavam subnutridos, pois eram supostamente obrigados a seguir uma dieta muito restricta para se manterem com um peso leve, considerado ideal para as corridas. Numa investigação realizada na Austrália, foi comprovado que 80 % dos treinadores drogam seus cães com cocaína, viagra, entre outros químicos. 
Milhares desses cães continuam a ser mortos todos os anos, mesmo com a indústria em declínio. Alguns cachorros são mortos em nome da “reprodução selectiva”. Os cães que são qualificados como atletas, vivem em jaulas e são mantidos amordaçados pelos seus treinadores. Muitos exibem feridas e sofrem infestações de parasitas internos e externos. Apesar das camadas finas de pele e falta de gordura corporal fazerem com que sejam extremamente sensíveis à temperatura, os galgos são forçados a competir em condições extremas, variando entre temperaturas abaixo de zero bem como com um de calor sufocante. 

Em Portugal 
As competições profissionais de galgos não se realizam propriamente para dar prazer ao cão e muito menos para o tornar feliz. Apesar disso, realizam-se provas para o campeonato nacional de corridas de galgos. 

Dado o lamentável, vergonhoso e cruel processo de selecção, manutenção, treino e destino dos galgos usados na competição profissional, só podemos pugnar pela ilegalidade da referida prática, devendo a mesma ser proibida em Portugal. 

Informação retirada de https://www.doglink.pt/noticias/industria-das-corridas-de-galgos-continua-a-matar-milhares-de-animais

Para assinar, aceder a esta página: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT84678

segunda-feira, julho 17, 2017

STONEHENGE SERIA AFINAL UM MONUMENTO LUNAR, DIZEM ARQUEÓLOGOS


Segundo os arqueólogos britânicos, a popular teoria sobre o Stonehenge ser usado para fazer cerimónias de homenagem ao Sol, está errada.
Segundo o jornal The Telegraph, os arqueólogos exploraram megálitos na Cornualha e em Stonehenge e descobriram algumas inscrições e pinturas nas pedras que podem ser vistas apenas ao luar. Anteriormente, os cientistas acreditavam que as instalações de Stonehenge foram construídas em conformidade com o movimento do Sol. Por exemplo, as cavernas do monumento Bryn Celli Ddu (País de Gales) são iluminadas plenamente apenas no dia 22 de Junho, no solstício de verão. Os megálitos Avebury, no condado de Wiltshire, têm a mesma construção. Todas as instalações desse tipo no Reino Unido existem há pelo menos 5 mil anos.
"Acho que as inscrições encontradas indicam que as instalações foram usadas apenas à luz do luar. Nós vimos cada vez mais obras de arte desse período ao luar", disse o professor Andy Jones da secção de arqueologia da Cornualha.
"O Stonehenge tem as mesmas inscrições. Em minha opinião, muitas pessoas terão que as observar em diferentes alturas do dia ou da noite", acrescentou ele.
Os cientistas encontraram 105 desenhos desse tipo. Eles foram feitos usando quartzo, que reflecte bem o luar. Mais do que isso, foram encontrados fragmentos de totens rituais feitos de quartzo. Segundo os arqueólogos, a sua destruição era parte integrante dos rituais.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/201707148868889-stonehenge-arqueologos-misterio-reino-unido/

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Por estas e por outras é que a herança religiosa pré-histórica nunca foi a que mais me atraiu... é muda e em seu nome pode-se dizer muito coisa, se calhar até um par de botas. A identidade europeia conhecida começa com os Indo-Europeus, que nos legaram a voz que temos hoje.

LÍDER DO PNR LAMENTA QUE HAJA POTENCIAIS NACIONALISTAS A TRABALHAR PARA OUTROS PARTIDOS

“Tens a certeza que este não é teu?”. A pergunta foi feita no Twitter a José Pinto Coelho, líder do Partido Nacional Renovador, aludindo à entrevista do candidato do PSD/CDS a Loures, André Ventura.
O responsável máximo do partido respondeu ao repto e afirmou que “infelizmente, ao que parece, alguns dos ‘meus’ ainda andam pelos partidos do sistema”.
André Ventura, candidato à Câmara de Loures pelo PSD, com apoio do CDS, deu uma polémica entrevista o jornal i, onde falou dos ciganos como uma etnia que “vive quase exclusivamente de subsídios do Estado “, acrescentando que “acham que estão acima das regras do Estado de direito”.
Depois destas declarações polémicas, várias personalidades políticas exigiram que Pedro Passos Coelho se demarcasse de André, assim como um dirigente do CDS sugeriu que se rompesse a coligação na Câmara de Loures.
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Fonte: http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/extrema-direita-sobre-candidato-psdcds-a-loures-alguns-dos-meus-andam-pelos-partidos-do-sistema-186024

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Os potenciais eleitores do PNR são, de resto, muitos mais do que André Ventura - donas de casa, porteiras, taxistas, polícias, empregados de balcão, revisores dos transportes públicos... professores...

domingo, julho 16, 2017

CELEBRAR VITÓRIA HISPÂNICA CONTRA A MOIRAMA



A 16 de Julho de 1212 deu-se a Batalha de Navas de Tolosa, na qual as forças do rei castelhano Afonso VIII, auxiliadas pelas hostes de Leão, Navarra, Aragão e de Portugal - estas últimas lideradas pelo rei D. Afonso II, o Gordo - esmagaram as tropas islâmicas num combate que marcou o recuo decisivo e irreversível da Moirama, curiosamente num dia que na Roma pagã era consagrado à Deusa Vitória.

Desta página castelhana, retira-se este empolgante trecho:


«As tropas almohadas, provenientes dos territórios que denominavam «Al-Andalus» e soldados berberes do norte de África, reunidas para formar una jihad que expulsaria definitivamente os cristãos da Península Ibérica. Tinham estado a retardar o choque frontal com o fim de conseguir debilitar a união das tropas cristãs e esgotar as forças destas por esgotamento das suas provisões.
Os castelhanos de segunda línea, al mando de Nuñez de Lara, y las Órdenes Militares formaban en el centro flanqueados a la derecha por los navarros y las milicias urbanas de Ávila, Segovia y Medina del Campo; y a la izquierda por los aragoneses. Tras una carga de la primera línea de las tropas cristianas capitaneadas por el vizcaíno Diego López de Haro, los almohades, que doblaban ampliamente en número a los cristianos, realizan la misma táctica que años antes les había dado tanta gloria. Los voluntarios y arqueros de la vanguardia, mal equipados pero ligeros, simulan una retirada inicial frente a la carga para contraatacar luego con el grueso de sus fuerzas de élite en el centro. A su vez los flancos de caballería ligera almohade, equipada con arco, tratan de envolver a los atacantes realizando una excelente labor de desgaste. Recordando la batalla de Alarcos era de esperar esa táctica por parte de los almohades. Al verse rodeados por el enorme ejército almohade, acude la segunda línea de combate cristiana pero no es suficiente. La tropa de López de Haro comienza a retirarse pues sus bajas son muy elevadas no así el propio capitán el cual, junto a su hijo, se mantiene estoicamente en combate cerrado junto a Nuñez de Lara y las Ordenes militares.
Al notar el retroceso de muchos de los villanos cristianos, los reyes cristianos al frente de sus caballeros e infantes inician una carga crítica con la última línea del ejército. Este acto de los reyes y caballeros cristianos infunde nuevos bríos en el resto de las tropas y es decisivo para el resultado de la contienda. Los flancos de milicia cargan contra los flancos del ejército almohade y los reyes marchan en una carga imparable. Según fuentes tardías el rey Sancho VII de Navarra aprovechó que la milicia había trabado en combate a su flanco para dirigirse directamente hacia Al-Nasir. Los doscientos caballeros navarros junto con parte de su flanco atravesaron su última defensa: los im-esebelen, una tropa escogida especialmente por su bravura que se enterraban en el suelo o se anclaban con cadenas para mostrar que no iban a huir. Sea como fuere lo más probable es que la unidad navarra fuera la primera en romper las cadenas y pasar la empalizada, lo que justifica la incorporación de cadenas al escudo de Navarra. Mientras la guardia personal del califa sucumbía fiel a su promesa en sus puestos, el propio Al-Nasir se mantenía en el combate dentro del campamento.
No existía en aquella época ninguna forma humana de detener una carga de caballería pesada cuando se abatía sobre un objetivo fijo y lograba el cuerpo a cuerpo. En las Navas, los arqueros musulmanes, principal y temible enemigo de los caballeros, principalmente por la vulnerabilidad de sus caballos, no podrían actuar debidamente cogidos ellos mismos en medio del tumulto. El ejército de Al-Nasir se desintegró.»

Num brilhante sítio internético que já desapareceu, podia ler-se o seguinte:

«Detendo o avanço dos Almóades na Península Ibérica, os reis de Castela, Aragão, Navarra, Leão e Portugal fizeram reunir um exército coligado contra as tropas do Califa al-Nasir, derrotadas por completo nesse dia. Esta importante e sanguinolenta batalha foi das mais renhidas da Alta Idade-Média, marcando uma data decisiva para a Reconquista na Espanha. As Fronteiras meridionais de Castela nunca mais recuaram. A batalha ganhou assim foros de autêntica Cruzada Ibérica contra os Muçulmanos, constituindo, portanto, um momento marcante da chamada Reconquista. O contingente Português, a arraia miúda dos concelhos e a Cavalaria do Templo, sob o comando de Afonso II, tais prodígios de valor obraram, assinalados por vários cronistas, que essa batalha de Navas foi o baptismo de sangue do novo reino cristão entre os demais da península, a sua carta de nobreza e valentia, o reconhecimento universal da sua robustez e do valor do seu esforço (...).»


Tão augusto episódio histórico não perdeu relevância simbólica, antes a ganhou - não apenas porque a ele se deve, em grande medida, a actual existência pacífica das nações ibéricas, mas também porque se constitui como modelo de resistência, e de teimosa resistência, e de redobrada resistência, quando tudo parece perdido contra um invasor poderosíssimo, mostrando que quando alguns do nosso lado parecem enfraquecer ou recuar, isso deve funcionar como mais um incentivo para que avancemos com mais força. Este magistral exemplo afigura-se notoriamente útil numa altura em que o mesmo inimigo que neste embate foi abatido volta a ameaçar o Ocidente, uma vez que as forças do imperialismo muçulmano estão de novo às portas da Europa, ou aliás, já dentro de portas - bem pior do que o perigo do fortalecimento militar dos Estados islâmicos (como o Paquistão e o Irão, por exemplo) é o perigo que a presença já interna de milhões e milhões de muçulmanos oferece à Europa, e que, se crescer, poderá fazer aos Europeus o mesmo que a Cristandade (irmã mais velha do Islão...) fez, submergindo-lhe a identidade, instaurando a intolerância totalitária em larga escala e fazendo correr rios de sangue em nome de uma fé universalista e exclusivista, entenda-se, imperialista. 


Pode ver-se e ouvir-se aqui uma bem detalhada e bem explicada narração (em Castelhano) da refrega (sem referir a participação do rei português, o que não fica nada bem ao castelhame, mas enfim - dê-se-lhe o desconto, à atitude dos hermanos, mas sem a esquecer...).


Trata-se de um dia que bem merecia um feriado em toda a Ibéria...

O PROTESTO DA ACÇÃO DIRECTA CONTRA A TOURADA NO DIA TREZE


Protesto da Acção Directa contra a tauromaquia a 13 de Julho de 2017, Joves, no Campo Pequeno, em Lisboa

POLÍCIA FRANCÊS LINCHADO POR MULTIDÃO EM ENCLAVE AFRO-MUÇULMANO... EM FRANÇA

Em Sevran, Seine-Saint-Denis, França, um agente da Polícia foi linchado com barras de ferro por um grupo de trinta agressores num enclave afro-muçulmano, isto na sequência de um motim que estava a ocorrer na zona. O polícia agredido teve de recorrer ao uso da sua arma de fogo e de receber auxílio dos seus colegas para escapar à morte. Teve de ser hospitalizado.
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Fontes:
 - http://actu17.fr/sevran-policier-attaque-lynche-trentaine-dindividus-ouvre-feu-se-defendre/
 - http://pamelageller.com/2017/07/policemen-beaten-lynched-muslim-army.html/

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Esta é mais uma notícia que não vereis nos grandessíssimos mé(r)dia porque a elite que controla a comunicação sUcial não quer que o povo saiba de quais as REAIS consequências da iminvasão.