domingo, janeiro 21, 2018

DIA MUNDIAL DA RELIGIÃO


O Dia Mundial da Religião celebra-se anualmente a 21 de Janeiro.
Religião é culto prestado a Divindade(s). Proveniente do Latim, a etimologia da palavra tem sido discutida ao longo dos tempos. Autores cristãos apropriaram-se dela, usurpando-a e dando-lhe o sentido de «re-ligação» ao Divino; bem antes deles, já Cícero explicava - na sua obra «De Natura Deorum» ou «Sobre a Natureza dos Deuses», de 45 a.c. - o termo «religio» como derivação de «relegere» ou «reler», porque a religião seria uma atenção rigorosa e repetitiva relativamente a todo o que se relacionasse com os Deuses. Para Cícero, a definição correcta de «religio» era a Cultus Deorum ou «prática correcta dos ritos em veneração das Divindades.»
Para o também pagão Macróbio, do século V d.c., «religião» viria de «relinquere» ou «deixar para trás», no sentido de pôr à parte algo que é sagrado. 

«(...) Como existe uma variedade considerável de religiões, o Dia Mundial da Religião surgiu em 1949 com o intuito de promover a união das religiões existentes no mundo, tentando levar ainda mais fé e esperança aos povos tão diferentes entre si mas na verdade tão semelhantes no sentimento religioso.
Neste Dia Mundial da Religião os líderes religiosos apelam ao diálogo inter-religioso e por todo o mundo se incentiva ao respeito pela religião alheia e ao objectivo final da paz entre os povos.

Maiores religiões do mundo
Cristianismo: 2.1 biliões
Islamismo: 1.5 biliões
Secular/Agnósticos/Ateus: 1.1 billiões
Hinduísmo: 900 milhões
Religião tradicional chinesa: 394 milhões
Budismo: 376 milhões
Indígenas: 300 milhões

Religiões em Portugal
As religiões em Portugal com mais seguidores são a Católica, a Evangélica e a Testemunhas de Jeová. Segundo o Censos de 2011 as crenças dos Portugueses dividem-se em:
Católicos: 79,5%
Sem religião: 14,2%
Protestantes/Evangélicos: 2,8%
Outros cristãos: 1,6%
Testemunhas de Jeová: 1,5%
Religiões não cristãs: 0,8%

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Fonte https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-religiao/

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Era bom que pudesse haver por toda a parte o óbvio respeito pela religião alheia, mas desde pelo menos a difusão e imposição de doutrinas universalistas abraâmicas - Cristianismo e Islão - que isso se tornou substancialmente mais difícil... Com efeito, no ano 382 d.c. o «partido» cristão, tomando conta de Roma, foi deitando abaixo todo os símbolos pagãos que encontrou, incluindo a estátua da Vitória no Senado; em reacção, o emérito Símaco declarou, discursando no Senado, «apenas peço paz para os Deuses dos nossos antepassados, os Deuses nativos de Roma. Está certo que aquilo que todos adoram seja considerado um só. Todos contemplamos as mesmas estrelas. Todos temos o mesmo céu. O mesmo firmamento nos abarca a todos. Que interessa qual a teoria erudita a que cada homem recorre para procurar a verdade? Não há apenas um caminho para nos conduzir a tão vasto segredo.»
Qual foi então a resposta do bispo Ambrósio, para convencer os imperadores cristianizados de que não deviam restaurar a estátua da Vitória? Foi esta: «Tu [Símaco] dizes que não há um só caminho para nos conduzir a um segredo tão vasto. Pela palavra de Deus conhecemos coisas que tu não conheces. Pela sabedoria e verdade de Deus temos certezas em matérias que tu exploras por conjecturas. Deus não quer ser adorado em pedras.»
Não há paz, muito menos possibilidade de igualdade, quando um dos lados se assume como dono exclusivo da verdade com obrigação moral de impor essa sua verdade aos outros. Só quem perceba que a unanimidade não é possível - porque nada no mundo humano é total ou absoluto - só quem perceba isto é que é susceptível de viver numa sociedade tolerante. Todas as pretensões de unanimidade, ou seja, todos os totalitarismos, mais não fazem do que conduzir à opressão e ao subsequente conflito. 
Felizmente que no Ocidente a corrente abraâmica começou a perder terreno a partir do final da Idade Média e a antiga Deusa Libertas acabou por restaurar-Se, sobretudo a partir da Revolução Francesa e do advento geral da Democracia no mundo ocidental e, a partir daí, no resto do planeta... É precisamente neste espírito de abertura e tolerância, herdado da antiguidade pagã, que se instaura o Dia Mundial da Religião. Efectivamente, a visão da Religião cada vez mais dominante no mundo ocidental é bem mais descendente da de Símaco que da de Ambrósio... pelo menos enquanto o Ocidente continuar a conduzir o mundo em termos ideológicos e culturais, bem entendido...
Num contexto de liberdade, voltam cada vez mais à tona os antigos cultos religiosos pagãos, ou seja, as práticas que originalmente receberam o nome de «religião», como se pode constatar no desenvolvimento e disseminação dos novos paganismos por toda a Europa, bem como em países onde a opressão totalitária abrandou, como na China ou no Quirguistão. 
Quanto ao fenómeno da Religião em si, que alguns dizem estar a perder terreno na Europa, pode bem vir a ser mundialmente dominante nas próximas décadas, dada a taxa de fertilidade das populações mais religiosas do planeta. Sucede que estas populações são na sua maioria praticantes de credos abraâmicos, mercê da imposições totalitárias que se deram ao longo dos séculos, o que poderá constituir um desafio ou, pelo menos, um alerta para quem queira salvaguardar a sua liberdade religiosa, nomeadamente no seu sentido propriamente étnico, bem conhecido no mundo antigo, no qual se considerava como natural o lema «Pro Aris et Focis» («De Natura Deorum», Cícero), literalmente, «Pelos Altares e pelos Lares», ou seja, pela Religião e pelo Sangue da Nação.


INDÍCIOS DE ASCENSÃO DA CONSCIÊNCIA NACIONAL NAS ASTÚRIAS?

El nacionalismo asturiano cobra fuerza. Y lo hace mediante el adoctrinamiento de los menores. Alumnos de un instituto de Gijón han recibido esta semana el encargo de la lectura de un libro que describe las raíces del nacionalismo asturiano.
El libro lleva por título “Faer Asturias” (“Hacer Asturias”), un relato sobre “la política lingüística y la construcción frustrada del nacionalismo asturiano” (según se lee en la portada de la publicación) cuyo autor es Patrick W. Zimmerman.
Las dos primeras páginas del libro lanzan ya sus primeras tesis: Asturias es una nación diferente de España y los Asturianos, una etnia. “Una provincia en el noroeste de España con una historia, cultura, lengua (llamada Asturianu o Bable), y una base económica diferenciada del resto de España”, se lee en el manual.
En las siguientes páginas ya sale el argumento perenne de Franco y la Policía que oprime a los asturianos: “En el Estado español, la imposición de una visión centralizada de la identidad nacional, del ‘España una, grande y libre’ será la solución de la dictadura de Franco a los conflictos internos violentos…”.
El libro de Zimmermann explica que los Asturianos son un pueblo diferente: un país celta distinto a los moros españoles. “La romanización de las tribus celtibéricas de Asturias y Galicia fue solo parcial (…) Fue también mínimo el influjo de la España musulmana, siendo la única muestra de presencia significativa de los moros la ocupación del puerto de Gijón”. Y como el hecho histórico de la Reconquista  y el nacimiento de España no le viene bien al autor, pues lo reduce a un invento del españolismo.
El libro se atreve con más. Blanquear a ETA, por ejemplo. Explica su autor que “el carácter violento del nacionalismo vasco y el apoyo a ETA entre la población se deben ambos a la persistencia en la región de formas culturales ancestrales”. E identifica las prácticas de caza y los rituales de los jóvenes vascos con la “caza” de la Guardia Civil cuando estos mismos jóvenes crecen y se acercan a ETA.
El libro llega en un momento en que cobra fuerza la presión impulsada por la izquierda política para imponer la co-oficialidad del Bable, denunciada por gran parte de la sociedad asturiana como “excusa y herramienta” para introducir un proyecto político de separatismo idéntico al que ya está en marcha en otras regiones españoles como Cataluña, País Vasco, Baleares y Comunidad Valenciana.
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Fonte: https://okdiario.com/espana/mas-comunidades/2018/01/18/alumnos-gijon-obligados-leer-libro-sobre-asturias-como-nacion-diferente-espana-1705706

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Bom sinal de saúde nas Astúrias, sem dúvida, o da intenção de fazer da língua nacional asturiana uma língua oficial em toda esta «região», ou seja, Nação. Mais uma vez, esta iniciativa fica entregue à Esquerda, porque a «Direita» local prefere ou preferiu sempre tomar o partido do mais forte, que foi o de Franco e o da ideia de um país «enorme» e poderoso. Pretensões de grandeza com sacrifício de identidades às vezes dão merda e dão quase sempre traição.
De resto, não há, nas palavras acima citadas de Zimmerman, qualquer desculpabilização ou branqueamento da condenável violência terrorista da E.T.A., ao contrário do que diz o autor do texto acima, irritado e temeroso por ver que também nas Astúrias é nascente a voz do Nacionalismo a abalar as fundações de um país que mais não do que o império castelhano em solo europeu.

MORRE UM «RAPPER» «ALEMÃO» COMO SOLDADO DO CALIFADO

Um negro com cidadania alemã, Denis Cuspert, de quarenta e dois anos, mais conhecido como «Deso Dogg», que em solo germânico se tornou conhecido como «rapper», foi combater a favor do Estado Islâmico ou califado e esticou o pernil no dia 17 de Janeiro em Deir ez-Zor, na Síria, na sequência de ter ficado gravemente ferido durante uma ofensiva das Forças Democráticas Sírias. Segundo o portal Wafa Media, do califado, Cuspert «teve um papel activo em atrair irmãos estrangeiros»...
A sua morte já tinha sido anunciada em 2015 mas posteriormente foi negada.
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Fonte: http://www.elintelecto.com/2018/01/19/rapero-alemania-muere-siria-terrorista-isis-denis-cuspert/

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Boa notícia, de facto - se for verdadeira, claro está, em vez de constituir algum estratagema para facilitar o seu regresso, incógnito, à Europa...

ANTI-RACISTAME ACUSA ESCOLA DE PORTIMÃO DE «RACISMO»

Em nota enviada à agência Lusa, a associação SOS racismo dá conta das denúncias efectuadas por vários encarregados de educação de alunos de uma turma do 4.º ano daquela escola, entre as quais alegadas agressões verbais e físicas por parte de funcionários e discriminação de crianças de outras etnias.
De acordo com as denúncias dos pais, a escola “tem uma turma onde colocou todas as crianças de etnia cigana, crianças com deficiências e crianças de raça negra, e crianças de ‘raça branca’ que são transferidas de outras escolas”, situação que classificam de “maior absurdo, porque a mistura racial e cultural enriquece a todos”.
Segundo os pais, a situação toma mais relevância, ao tomarem conhecimento de que as crianças de etnia cigana comem de pé, alguns deles colocados estrategicamente colocados ao pé do caixote do lixo”.
“São agredidos (não só eles, mas começou tudo por eles) fisicamente e verbalmente, existem palavrões fortíssimos dentro do refeitório da parte dos funcionários do mesmo”, lê-se no documento.
Os pais denunciaram ainda situações de insuficiência de comida, exemplificando com “a divisão ao meio de um filete” por outras crianças.
“[A situação] torna-se ainda mais grave quando a queixa foi apresentada e a senhora directora ou a responsável pela escola tomou conhecimento, dirigiu-se à sala de aula procurando pela minha filha porque eu me identifiquei na queixa e, os foi ameaçar/intimidar a todos, pois não poderiam contar aos pais o que se passa na escola”, refere o documento.
Os encarregados de educação apresentaram queixa da escola à direcção regional de Educação do Algarve, que pediu esclarecimentos ao Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes, à qual pertence a Escola Major David Neto.
Contactada pela agência Lusa, a vereadora com o pelouro da Educação na Câmara de Portimão referiu ter recebido uma queixa no dia 17 de Janeiro, tendo pedido esclarecimentos à escola, remetendo uma posição para a próxima segunda-feira.
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Fonte: http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/pais-acusam-escola-em-portimao-de-maus-tratos-xenofobia-e-discriminacao   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Note-se que há uma turma que tem não apenas ciganos e negros mas também brancos oriundos de outras escolas, mas mesmo assim os «queixosos» arranjam maneira de dizer que isto é «racismo», o que seria estranho se não se soubesse de onde vem este tipo de «denúncia» - de clérigos, esbirros e outros caganifrates da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente, que aproveitam todas as oportunidades, mesmo as que o não são, para disseminarem a sua Boa e Sã Doutrina da Salganhada Racial, como se vissem inimigos ocultos em cada esquina, ou quisessem vê-los, para satisfazer a sua sanha inquisitorial...
Claro que não há corno de evidência de que a mistura racial enriqueça seja quem for, antes pelo contrário, todos os dados sociais e culturais à vista indicam precisamente o contrário, são aliás as sociedades brancas mais racialmente homogéneas - Islândia, Noruega, Suíça - aquelas em que se vive melhor em absolutamente todos os sentidos (saúde, educação, tranquilidade, nível de vida, beleza física, é que é tudo, tudo, tudo, tudo, tudo), enquanto as sociedades mais misturadas - Brasil, Cabo Verde - são as piores em rigorosamente todos os aspectos; claro, também, que as crianças da localidade acima referida não merecem ser prejudicadas pelo contacto com gente de outras origens étnicas, ou com alunos problemáticos de outras escolas, mas para isso os «anti-racistas» de serviço borrifam-se à tripa forra, consideram que estas crianças são boas vítimas sacrificiais para o altar do «deus» Multiculturalismo...
Entretanto, não deixa de ser curioso como é que só em queixumes desta natureza é que negros e ciganos parecem vitimados, porque em tudo o resto, no dia a dia, o europeu vê essas minorias a serem tudo menos vítimas...


INSCRIÇÕES RÚNICAS DO SÉCULO XIV DESCOBERTAS NA NORUEGA TÊM MENSAGENS ERÓTICAS E AMOROSAS

De um lado «Por favor, ama-me». Do outro, contagem de carga.


Muitas das 700 inscrições rúnicas mantidas no acervo do Museu da Universidade de Bergen, cidade portuária no oeste da Noruega, provam que o apetite sexual aguçado de rapazes nada mudou desde a Idade Média. Entalhadas em bastonetes de madeira durante o século XIV, exibem mensagens que exibem uma boa dose de "energia erótica" por parte dos autores.
Uma das mais emblemáticas tem até uma certa verve poética. Diz o seguinte: "Eu amo tanto a esposa daquele homem que o fogo me parece frio! E eu sou o amante daquela mulher". 
Naquela época, Bergen era um importante entreposto da Liga Hanseática, confederação de mercadores que dominava o comércio da região entre os séculos XII e XV.
A cidade, que tinha cerca de 7 mil habitantes, fervilhava de homens jovens à procura de trabalho — já o contingente de moças solteiras era bem mais escasso. Outra inscrição de cunho "picante" parece contar um segredo bem guardado, ou então exaltar um feito sexual. "O ferreiro dormiu com Vigdis do povo Sneldebein", lê-se no pedaço de madeira de 24 centímetros.
Mas o rico acervo do Museu da Universidade de Bergen não evidencia apenas o interesse atemporal dos rapazes por sexo - é também uma evidência de que as runas não morreram com o fim da Era Viking. Os especialistas pensavam que a introdução do Cristianismo na Escandinávia, na metade do século XI, teria marcado o fim do alfabeto nórdico antigo.
As runas de Bergen indicam que a escrita por meio de runas continuou a ser utilizada durante a Idade Média. Boa parte da população era iletrada na língua latina, restrita ao clero e à nobreza, e encontrava nos símbolos antigos uma ferramenta para se expressar. Tanto que as inscrições não falam só de «malandrice»: há exemplos de mensagens mais românticas. Uma delas diz: "Minha querida, beija-me"; outra, curiosamente, traz o pedido "por favor, ama-me" de um lado e, no outro, o registo de uma contagem de sacos ou barris a ser colocados ou retirados de navios mercantes. Enquanto trabalhavam no porto, aqueles escandinavos medievais também pensavam no amor.
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Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Arqueologia/noticia/2018/01/runas-medievais-com-mensagem-erotica-sao-descobertas-na-noruega.html



sábado, janeiro 20, 2018

NA AUSTRÁLIA - NEGROS INVADEM BARBEARIA PARA SE VINGAREM

Em Melbourne, Austrália, um africano de vinte anos, o somali Jamali Musa, foi enjaulado por no ano passado ter conduzido mais quinze ou vinte de fulanos da sua laia na invasão e vandalização de uma barbearia. Durante o ataque, um indivíduo foi atacado com uma machada e aparelhos eléctricos, para se vingar devido a um desentendimento com um homem com o qual tinha jogado futebol.
Pelo que fez podia ter apanhado dois anos de cadeia mas ficou só com três meses de pildra...
O juiz que decidiu a sentença, Jon Klestadt, disse que «não está preocupado com a cor da pele» do africano. Acrescentou que «há um grande capital político a ser usado em questões de violência de gangues africanas» e que a sua decisão não seria influenciada pelo «vento a ser soprado para o público pelos políticos.»
Os prejuízos foram avultados - doze mil dólares em danos, dois mil dólares em equipamento roubado e oitocentos dólares furtados.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.dailymail.co.uk/news/article-5274929/African-thug-jailed-Footscray-barbershop-brawl.html

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Mais uma vez, o calor humano africano aquece o frio quotidiano ocidental, dando o seu contributo de saboroso imprevisto a um dia-a-dia que de outro modo seria muito mais previsível, monótono e ordeiro... É tão importante receber contributos destes que o juiz até se sente na necessidade de dizer que a simples aplicação (relaxada) da lei não se deve à cor do agressor, o qual entretanto nem sequer parece vir a ser expulso do país... um país que, pelos vistos, também tem problemas com a criminalidade de gangues africana, como todos os outros países ocidentais onde há imigrantes africanos...
Enfim, ainda «bem» que o fez na Austrália e não em Portugal, que em Portugal os negros que impune, cobarde e revoltantemente agrediram em Lisboa um branco (curdo) sozinho, tendo tudo isto sido filmado, ficaram à solta...


sexta-feira, janeiro 19, 2018

HOJE - MANIFESTAÇÃO MUNDIAL A FAVOR DOS LOBOS DIANTE DA EMBAIXADA DA NORUEGA


O governo da Noruega autorizou a selecção de 100 caçadores para proceder ao abate de 75% da população de lobos existentes no país. A DxE de Oslo lançou um apelo mundial a todos os movimentos irmãos para que se juntem em bloco ao protesto! 
A Acção Directa Portugal fará a sua parte. Convocamos todos os defensores dos animais para que se juntem a nós no mandatório dever de exigir o recuo de tão absurda medida. 
No dia seguinte, 20 de Janeiro, haverá um grande protesto no parlamento norueguês em Oslo, onde serão mostradas as imagens recolhidas nos protestos do resto do mundo do dia anterior.
Até todos os animais serem livres!!!
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Fonte: https://www.facebook.com/events/262987464235223/

ÍNDIA TESTA NOVO MÍSSIL INTERCONTINENTAL ENQUANTO A CHINA CONCENTRA TROPAS JUNTO À FRONTEIRA INDIANA

A Índia realizou um teste bem sucedido do Agni-5, o seu inovador míssil balístico intercontinental (ICBM, na sigla em Inglês) com capacidades nucleares, num novo capítulo da sua disputa na região no contexto de tensões históricas com o Paquistão e, mais recentemente, com a China.
O lançamento ocorreu nesta Joves a partir da Ilha Abdul Kalam, no Estado de Odisha, no leste da Índia, e foi "completamente bem-sucedido", segundo fontes da Forças Armadas do país citadas pelo jornal Hindustan Times.
O projéctil cobriu 4.900 quilómetros em 19 minutos de vôo, disseram as mesmas fontes. Acrescentaram que o lançamento serviu para fortalecer as capacidades de mísseis e a força de dissuasão indiana.
Em comunicado, o Ministério da Defesa da Índia disse que todos os objectivos da missão foram "alcançados com sucesso".
O Agni-5, descrito por Nova Deli como "a arma da paz", é o míssil mais sofisticado e letal do país asiático, com uma capacidade de carga explosiva de 1.000 quilos e uma faixa de cobertura de mais de 5.000 quilómetros.
O projéctil ameaça potencialmente qualquer ponto na Ásia e na Europa, incluindo o Paquistão e a China.
O Agni-5 também é a ponta da série Agni ('fogo', em sânscrito). Até hoje, a Índia realizou testes bem sucedidos com mísseis Agni-1 (com trajectória de até 700 quilómetros), Agni-2 (até 2.000 quilómetros) e Agni-3 (de 2.500 a 3.500 quilómetros).
Além disso, Nova Deli está actualmente a desenvolver o Agni-6, com uma faixa estimada próxima a 10.000 quilómetros de alcance.
O sucesso do mais recente teste balístico indiano coloca o país na pequena lista de nações que têm ICBMs nos seus arsenais, como os Estados Unidos, a Rússia e a China.
Índia e China viveram um impasse no ano passado numa disputa de mais de dois meses numa área remota no Himalaia. Nesta semana, foi noticiado que Pequim está a construir um complexo militar próximo da fronteira, o que pode indicar novos conflitos no futuro.
Já o Paquistão é um inimigo histórico, e que também possui armas nucleares.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/2018011810308946-teste-missil-balistico-intercontinental-india/

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(...)
O conflito em torno de Doklam começou em 16 de Junho quando soldados do Exército Popular de Libertação da China começaram a construir uma estrada através do planalto.
Pequim chama à região «Donglang» e afirma que é território tibetano e que, por isso, tem o direito de construir ali o que quiser. O Butão protestou contra a presença da China na área, e a Índia interveio na disputa deslocando as suas tropas para o território disputado.
A tensão durou 10 semanas até as duas nações terem retirado as suas forças em 28 de Agosto após negociações.
No entanto, em Outubro surgiram nos média informações de que a China teria mantido uma significativa presença perto da região disputada, continuando a construir quartéis para militares. Porém, o chanceler indiano descartou estas notícias.
A Índia retirou as suas tropas de Doklam pois não pretendia disputar a região, mas sim defender o seu aliado, o Butão. Ao mesmo tempo, Deli concentrou as suas forças na província de Sikkim, que tem fronteira com a China e o Butão.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/2018011810303472-china-concentra-tropas-area-disputada-india-doklam/

JUNTA DE ALVERCA DEIXARÁ DE TER TOURADAS E GARRAIADAS NA CIDADE

"O direito à vida e à defesa do bem-estar de todos os seres vivos" levou a que a União de Freguesias de Alverca e Sobralinho deixasse de apoiar qualquer espectáculo tauromáquico.
A União de Freguesias de Alverca e Sobralinho, no município de Vila Franca de Xira, decidiu não promover garraiadas nas festas da cidade, tornando-se na primeira localidade do concelho a assumir-se contra espectáculos tauromáquicos.
O presidente da União de Freguesias de Alverca e Sobralinho, Carlos Gonçalves (CDU), admitiu, em declarações à agência Lusa, que se trata de "uma posição polémica", já anunciada pelo autarca na mais recente sessão da Assembleia de Freguesia.
As garraiadas são um dos eventos das Festas da Cidade e de São Pedro, que ocorrem anualmente no mês de Junho em Alverca do Ribatejo, no distrito de Lisboa.
"Embora seja uma decisão polémica, porque Vila Franca de Xira é um concelho com fortes tradições taurinas, era preciso ser tomada. A cidade de Alverca não tinha incorporado essa tradição e o que aqui está em causa são alguns valores civilizacionais", argumentou o autarca.
Nesse sentido, Carlos Gonçalves sublinhou que "o direito à vida e à defesa do bem-estar de todos os seres vivos" levou a que a União de Freguesias de Alverca e Sobralinho deixasse de apoiar qualquer espectáculo tauromáquico.
"Ficarei extremamente satisfeito se esta minha decisão servir de exemplo para outros pontos do concelho de Vila Franca de Xira", apontou.
No entanto, a decisão não foi bem acolhida junto dos "aficionados de espetáculos tauromáquicos", que acusam a junta de freguesia de querer "proibir algo que não é da sua competência".
"É uma decisão estranha porque ele [presidente da junta] está no direito de gostar ou de não gostar, mas não tem competências para proibir. É uma decisão que vai prejudicar muito a cidade de Alverca", afirmou à Lusa o sociólogo e professor universitário Luís Capucha, um defensor da tauromaquia no concelho.
Luís Capucha considerou que esta decisão "é populista", num concelho de "fortes tradições tauromáquicas, que "constituem a identidade do povo ribatejano".
"Creio que lhe fica mal ter esta posição, porque está desfasado daquela que é a posição dos restantes autarcas e daquela que é a posição do seu próprio partido [PCP] na Assembleia da República", acrescentou.
Contactada pela Lusa, a deputada municipal do PAN (partido Pessoa-Animais-Natureza) na Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira, Adélia Gominho, congratulou-se com a decisão do executivo de Alverca, mas reconheceu que "o caminho nunca poderá passar por proibir os espectáculos tauromáquicos".
"É possível acabar, como aconteceu em pequenas localidades de Espanha, mas deverá consultar-se sempre a população. Cabe à população conseguir encontrar alternativas para celebrar o passado rural, os touros e as lezírias. O que aqui está em causa é o bem-estar animal e não o desenraizamento ou a perda identitária", ressalvou.
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Fonte: https://www.dn.pt/portugal/interior/junta-de-alverca-em-vila-franca-de-xira-nao-quer-mais-touradas-na-cidade-9054050.html

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Chamar «populismo» a uma medida que alegadamente contraria a vontade popular é mais uma «extensão» da expressão notoriamente palerma pelo contraditório em si...
Quanto à medida da junta de Alverca, só peca por tardia e merece especial louvor, sobretudo na zona do país onde a tauromaquia tem mais tradição. Nenhuma identidade étnica pode depender da violência cruel sobre animais. De resto, a defesa do bem-estar e da dignidade de todos os seres, humanos ou não, faz parte da verdadeira herança ética do Ocidente.

L'OREAL FAZ ANÚNCIO A CHAMPÔ... COBERTO COM VÉU...

Tanto na indústria da moda como na indústria da beleza, actualmente, «inclusão» é a palavra de ordem, e a mais recente prova disso chega pela parte da L’Oréal, que para a nova campanha da gama Elvive, para o mercado do Reino Unido, recrutou Amena Khan, uma guru de beleza, e embaixadora do L’Oréal Glam Squad, que por ser muçulmana cobre o cabelo com um véu islâmico.
Essencialmente a marca deu um novo sentido ao lema que ao longo dos anos tem sido usado  – o «Porque nós merecemos» -, elevando-o a um novo patamar, onde todos estão incluídos, afinal, como diz Khan no vídeo, «O facto de teres o teu cabelo à mostra, ou não, não tem qualquer impacto sobre o quanto te preocupas com ele (…) Simplesmente adoro ter aquela sensação de ter um cabelo óptimo. Usar um lenço nunca mudou isso».
Numa entrevista à Vogue UK, a modelo falou sobre a importância de alguém como ela aparecer numa campanha desta magnitude «Quantas marcas fazem coisas destas? Muito poucas. Eles estão literalmente a pôr uma rapariga com um lenço na cabeça – cujo cabelo não pode ser visto – numa campanha de produtos de cabelo. Porque o que estão a valorizar são as nossas vozes. Tem de se questionar porque é que se presume que uma mulher que não mostra o cabelo não se preocupa com ele (…) O cabelo tem um grande peso no nosso cuidado pessoal».
O momento, e o dia, em que gravou a campanha para o grupo L’Oréal ficou todo registado na sua página de Instragram, onde publicou um vídeo que nos leva até esse dia, e onde na legenda conta, detalhadamente, como tudo aconteceu. 
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Fonte: https://elle.sapo.pt/beleza/loreal-apresenta-modelo-hijab/

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Pode parecer o cúmulo da parvoíce, mas não, é só mais um cúmulo de pró-islamice (dimitude): um anúncio de champô... sem mostrar o cabelo. Não é a primeira vez que isto acontece, mas no Ocidente ainda não se tinha visto nada com esta amplitude. Assim se vai a pouco e pouco legitimando uma tradição que implica a submissão da mulher, por mais que militantes dimiescos ou muçulmanos alegadamente feministas se empenhem em querer fazer crer o contrário...


PARTIDOS DEFENSORES DOS ANIMAIS QUEREM QUE GOVERNO IMPLEMENTE UM PROGRAMA PARA ACABAR COM ATROPELAMENTOS DE ANIMAIS SELVAGENS

O Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV), o PAN e o Bloco de Esquerda querem que o Governo estude, elabore e aplique um programa nacional de monitorização e minimização dos atropelamentos de animais selvagens nas estradas nacionais.
Os três partidos vão apresentar em Vernes no parlamento projectos de resolução nos quais recomendam ao Governo que proceda a um estudo sobre o número de atropelamentos de animais, o seu impacto e catalogação e a constituição de um grupo multidisciplinar para definir prioridades, abordagens e metodologias.
Em declarações à agência Lusa, Victor Cavaco, da comissão nacional do PEV, explicou que "Os Verdes" decidiram avançar com esta iniciativa legislativa devido ao elevado número de animais selvagens atropelados nas estradas, incluindo espécies ameaçadas, como é o caso do lobo ibérico ou do lince ibérico, mas também de micromamíferos, aves, répteis e batráquios.
"É preocupante numa altura em que a biodiversidade não só em Portugal, mas no planeta está em declínio. É preciso perceber que medidas devem ser tomadas com alguma urgência para reduzir esta mortandade", disse.
Por isso, defende Victor Cavaco, e porque existem poucos dados sobre estes atropelamentos a nível nacional, o PEV recomenda ao Governo, que através dos organismos responsáveis pela conservação da natureza e da biodiversidade, da gestão das vias rodoviárias e as organizações não-governamentais do ambiente, seja feito um estudo, um levantamento das estradas onde se registam mais casos.
Monitorização e correcção
"Depois deve ser então elaborado e implementado um programa nacional de monitorização e minimização dos atropelamentos de espécies da fauna selvagem nas vias rodoviárias. O programa deve identificar os troços a nível nacional onde se registam mais atropelamentos", salientou.
Para Victor Cavaco, deve também ser feito um inventário das espécies e dos grupos populacionais mais afectados, bem como a apresentação de medidas de correcção e minimização dos impactes das vias rodoviárias nos atropelamentos.
"Estamos a falar de sistemas de redução de velocidade, de passagens aéreas ou subterrâneas nas vias, alterações do traçado, sistemas de dispersão luminosos e sonoros. Há uma grande gama de sistemas e experiências que podem contribuir para reduzir o flagelo", sublinhou.
O PEV considera também que devem ser garantidos os meios humanos (com o aumento do número de vigilantes e guardas florestais), técnicos e financeiros para cumprir os objectivos traçados.
À semelhança do PEV, também o PAN (pessoas-Animais-Natureza) defende a realização urgente de um estudo prévio a nível nacional, para se perceber a realidade destes acidentes em Portugal.
"Nós gostaríamos que fossem logo implementadas medidas, mas não há estudos em Portugal. Houve um da Quercus em 2014, mas foi apenas uma amostra. Por isso, é preciso fazer um estudo a nível nacional para perceber qual é a nossa realidade, o impacto nos ecossistemas, os animais mais afectados e só, depois deste estudo, criar um plano de prevenção de norte a sul do país", disse à Lusa Cristina Rodrigues, da Comissão política Nacional do PAN e articulados.
Por sua vez, o Bloco de Esquerda destaca a importância da implementação de um programa e de medidas, lembrando que o atropelamento de animais é um risco para a protecção das espécies e de ecossistemas, mas também para a integridade física dos utilizadores das vias.
"O que nós entendemos é que a questão do atropelamento e mortes dos animais deve ser encarado como um risco para a proteção das espécies e dos ecossistemas, mas também para a integridade física dos que usam a estradas. Tentamos juntar essas duas vertentes neste mesmo projecto", disse à Lusa a deputada Maria Manuel Rola.
Nesse sentido, a deputada do Bloco de Esquerda salienta que no grupo de trabalho a criar deve estar também incluída a participação da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).
"A ANSR é aquela entidade que acaba por ter os dados todos mais integrados relativamente aos acidentes rodoviários. Entendemos também que o projecto deve abranger não só as áreas protegidas e de zonas de protecção especial, mas para todas as vias com tráfego automóvel", disse.
O PEV, o PAN e o Bloco de Esquerda defendem que o programa e os estudos devem ser uma parceria entre várias entidades: o Estado, O Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), das organizações não-governamentais do ambiente, Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) — GNR, instituições gestoras das vias rodoviárias e universidades.O PEV defende que as medidas devem ser avaliadas de três em três anos.
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Fonte: https://www.publico.pt/2018/01/17/sociedade/noticia/pev-pan-e-be-querem-monitorizar-e-diminuir-atropelamento-de-animais-selvagens-1799667

FILHOS DE EMBAIXADOR IRAQUIANO ESTÃO ACUSADOS DE TENTATIVA DE HOMICÍDIO

O ministro dos Negócios Estrangeiros português promete realizar “imediatamente” a diligência que a Procuradoria-Geral da República peça no processo que envolve os filhos do antigo embaixador iraquiano, acusados de tentativa de homicídio de Rúben Cavaco, que foi espancado em 2016 pelos jovens Haider e Ridha, gémeos que tinham na altura 17 anos.
Logo que a Procuradoria-Geral da República comunicar ao Ministério dos Negócios Estrangeiros que diligência pretenda seja realizada junto das autoridades iraquianas, será imediatamente realizada tal diligência pela via diplomática apropriada”.
Augusto Santos Silva respondeu assim a uma pergunta da agência Lusa, depois de ter sido notícia que o Ministério Público deduziu acusação contra os filhos do antigo embaixador iraquiano em Portugal por tentativa de homicídio de um jovem, em Agosto de 2016, em Ponte de Sor, no distrito de Portalegre.
A acusação foi divulgada na página da Internet do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Évora, sem identificar os arguidos, mas fontes judiciais confirmaram que são os filhos do antigo embaixador do Iraque em Portugal.
“Em inquérito cuja investigação correu termos no DIAP de Évora, o Ministério Público deduziu acusação para julgamento por tribunal colectivo contra dois arguidos, imputando-lhes a prática de um crime homicídio na forma tentada”, pode ler-se no comunicado.
As mesmas fontes judiciais explicaram à Lusa que o processo de investigação foi encerrado e que foi proferido o despacho de acusação, aguardando-se que os arguidos sejam notificados.
Caso remonta a Agosto de 2016
O caso aconteceu a 17 de Agosto de 2016, quando o jovem Rúben Cavaco foi espancado em Ponte de Sor pelos filhos do embaixador do Iraque em Portugal, Haider e Ridha, gémeos que tinham na altura 17 anos.
O jovem sofreu múltiplas fracturas, tendo sido transferido no mesmo dia do centro de saúde local para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e chegou mesmo a estar em coma induzido. Acabou por ter alta hospitalar no início de Setembro de 2016.
Em Janeiro de 2017, o ministro dos Negócios Estrangeiros anunciou que as autoridades iraquianas tinham retirado o seu diplomata de Lisboa, considerando não existirem condições para a sua permanência em Portugal.
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Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/ruben-cavaco/governo-pronto-a-atuar-com-acusacao-de-filhos-de-ex-embaixador-iraquiano   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Entretanto os pivetes árabes já deram à sola, estão noutro país... como é que uma acusação óbvia demorou tanto tempo para surgir?...

quinta-feira, janeiro 18, 2018

BATALHA DE PEDROSO, UMA DAS PRIMEIRAS BATALHAS DA NAÇÃO PORTUGUESA

Condado Portucalense em 1070

Batalha de Pedroso ocorreu a 18 de Janeiro de 1071 perto da freguesia de Mire de Tibães, no concelho de Braga. Nuno Mendes, então conde de Portucale, não conseguiu conter Garcia da Galiza, perdendo a vida e a batalha.
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Pedroso

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Em resultado, Garcia II passou a nomear-se «rei de Portugale». 

Costuma considerar-se D. Afonso Henriques como «o pai da nacionalidade», como se a Nacionalidade pudesse ter um criador em vez de ser aquilo que realmente é, a saber, sangue e língua, e nada disto é criado por um indivíduo...
A Nacionalidade é bem anterior a D. Afonso Henriques ou então nem sequer existe. Quanto à teoria de que só surge com Aljubarrota, enfim... uma francesice (Renan) no seu pior sentido, que consiste em achar que a nacionalidade depende da manifestação de uma consciência colectiva.

Bem antes do pai de D. Afonso Henriques ter sequer vindo para a Ibéria, já Nuno Mendes lutava pela independência desta grei do extremo ocidente europeu. Conforme diz a Wikipédia, «A reocupação e possível reconstrução ou fortificação de Portugale verificou-se após a presúria de Vímara Peres, em 868, vivendo, a partir de então, um próspero período da sua história: daí partiu toda a acção de reorganização, bem sucedida, e nalguns casos de repovoamento, para além dos limites da antiga diocese nela sediada, quer ao norte do rio Ave, quer ao sul do rio Douro. Por esta altura, o território designava-se de Terra Portugalense ou Portugalia. Desta forma, o antigo burgo de Portucale deu o nome a um novo Estado ibérico.
Paulo Merêa refere a existência de documentos comprovadamente encontrados na província de Ourense, na Galiza, nos quais surge a referência expressa a terras situadas em Portugal, ou seja, ao sul do rio Lima, e que então pertenciam, e vieram ainda a pertencer durante algum tempo, no âmbito da organização eclesiástica de Tui, repovoada durante o reinado de Ordonho I.
Apenas dez anos decorridos sobre a reconquista definitiva de Portucale deve ter sido tomada a cidade de Coimbra e erigida em condado independente às mãos de Hermenegildo Guterres em 878; a sua posição de charneira entre os mundos cristão e muçulmano permitiu uma vivência de maior paz no Entre-Douro-e-Minho, se bem que a região era alvo de incursões normandas regulares. As campanhas do Almançor, em finais do século X, porém, fizeram recuar a linha de fronteira de novo até ao Douro e o condado de Coimbra é suprimido. Na segunda metade do século XI, reconstituiu-se ao sul o condado de Coimbra, que incluía ainda as terras de Lamego, Viseu e Feira, sendo entregue ao conde ou alvazil Sesnando Davides, que conquistara definitivamente a cidade em 1064. Este condado viria mais tarde a ser incorporado no Portucalense. (...)

Na secção de discussão do artigo, pode ler-se esta citação de João Ameal:
"Os Suevos já não têm concorrentes. Durante mais de uma centúria sustenta-se o seu reino na parte noroeste da Península. Alarga-se até o Tejo com a capital em Braga (já sede de um bispado desde Diocleciano) e chama-se Reino de Portu-Cale — do nome de dois castros fronteiros nas margens do Douro" (AMEAL, p. 24).
Isto ter-se-á passado antes do domínio visigótico, ou seja, uns séculos antes da invasão norte-africana. A ser verdade o que conta Ameal,  entende-se que a génese da Portugalidade é portanto bem antiga e pode até ter na Antiguidade tardia as suas raízes directas.

A Batalha de Pedroso é formalmente falando uma das primeiras batalhas desta entidade do extremo ocidente europeu que hoje se quer ver soberana, algo que o malogrado e heróico Nuno Mendes também quis e que D. Afonso Henriques veio décadas depois dele a alcançar. Uma Nação não é simplesmente um Estado ou um país independente - é, antes de mais nada, povo e língua, sangue e voz, merecendo a soberania mas tendo o mais das vezes de lutar para a conseguir.

quarta-feira, janeiro 17, 2018

NA ÁUSTRIA - MUÇULMANO DE DOZE ANOS JÁ COM BARBA AGRIDE SEXUALMENTE UMA RAPARIGA DE TREZE ANOS

Num ringue de gelo na cidade austríaca de Linz, o Linz Donaupark, um refugiado muçulmano de doze anos de idade mas já barbado, agrediu sexualmente, com mais três alógenos, uma rapariga de treze anos de idade, que se encontra agora em choque.
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https://www.jihadwatch.org/2018/01/austria-muslim-migrants-including-bearded-12-year-old-sexually-assault-13-year-old-girl-at-ice-rink

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Ou a idade de um dos agressores é uma rematada aldrabice cozinhada por quem lhe deu papéis de refugiado ou então na terra dele a juventude masculina é mesmo muito precoce... é mesmo verdade que de pequenino se torce o pepino, ou, no caso, o sexo oposto...
Que seria da álgida, insípida, pálida e asséptica Europa sem a iminvasão oriunda de fora do continente europeu, que traz aos Europeus vários impetuosos contributos destes, prenhes de calor humano e ardente espírito de iniciativa para darem cor a um quotidiano que de outro modo seria muito mais monótono e previsível...

GRUPO ATACA ESQUADRA À BOMBA NA SUÉCIA

Uma esquadra da polícia na cidade sueca de Malmo foi atacada, esta quarta-feira, com uma granada de mão. Não há vítimas a registar mas há danos materiais.
Segundo a porta-voz da polícia, Anna Goransson, citada pela imprensa sueca, "o local está bloqueado" e o "grupo de atacantes fugiu".´
"Felizmente, ninguém ficou ferido, mas alguns carros - não consigo dizer quantos - ficaram danificados", acrescentou a responsável.
O ataque ocorreu pouco depois das 21 horas locais (20 horas em Lisboa) no exterior da esquadra de polícia.
As autoridades não confirmaram a causa da explosão mas a imprensa local avança que terá tido origem numa granada de mão.
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Agradecimentos a quem aqui deu a conhecer esta notícia: http://www.tvi24.iol.pt/internacional/17-01-2018/explosao-de-granada-em-frente-a-esquadra-na-suécia
O texto acima é desta página: https://www.jn.pt/mundo/interior/ataque-com-granada-a-esquadra-da-policia-na-suecia-danifica-carros-9055869.html

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Mais calor humano a aquecer o álgido quotidiano de um país europeu que costumava ser dos mais civilizados... porque será que isto acontece?, terá algo a ver com a imigração em massa que aumenta exponencialmente a presença de gangues de alógenos que impunemente atacam as autoridades?, não sabemos, a imprensa «desta vez» não revela a identidade étnica dos agressores...

«NÃO TENHAM TANTOS FILHOS, DÊEM LUGAR AOS IMIGRANTES»...

No Canadá, uma colunista feminista, Kristen Pyszczyk, a escrever numa estação noticiosa financiada com o dinheiro do povo, a CBCNews, resolveu declarar que é preciso «envergonhar» as pessoas que no Ocidente estão a ter muitos filhos porque ter uma prole extensa - cinco filhos, no caso particular por ela criticado - é uma ameaça ao meio ambiente. A vergonha é uma ferramenta social útil para limitar certos comportamentos, diz ela - sabe do que fala, a menina... - e às jovens a quem se diz desde cedo que devem ser mães, há que expor alternativas válidas. E uma das alternativas, afirma a autora, é a adopção... Depois declara «e qual é o problema de a taxa de natalidade canadiana estar a decrescer?, com a imigração vamos ter muitos imigrantes talentosos»...
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Fonte: http://www.cbc.ca/news/opinion/chip-joanna-gains-pregnancy-1.4481165
Comentado em
 - https://www.jihadwatch.org/2018/01/canada-state-funded-cbc-calls-for-the-shaming-of-big-families-says-country-should-bring-in-more-migrants-instead
 - http://www.cbc.ca/news/opinion/chip-joanna-gains-pregnancy-1.4481165

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Lá que a moça se preocupe com o ambiente e a ecologia e etc. e tal, e queira combater a ideia cultural de que «é obrigatório» ter muitos filhos, ainda vá... mas que depois de dizer isto, e de dizer que é preciso envergonhar os ocidentais que na sua própria terra tenham «demasiados» filhos, se ponha a sugerir que a imigração é solução para a baixa natalidade, eis o que repentinamente faz descambar a sua arenga tremelicante para o fosso da mais abjecta obscenidade. Que o Ocidente não precisa de uma explosão demográfica, parece cada vez mais óbvio, sobretudo quando se sabe que a robotização do trabalho vai acabar com toneladas de empregos em solo ocidental - talvez a Natureza seja misteriosamente sábia em reduzir a natalidade de países desenvolvidos como os da Europa, da América do Norte e do Japão... Que isso por outro lado sirva de pretexto para persuadir famílias ocidentais a deixar entrar em casa catrefas de alógenos, eis o que se situa no campo do etno-suicídio mais asqueroso, mais sintomático também, porque nestas coisas não há fumo sem fogo e a ideia de que os brancos ocidentais devem ter menos filhos de maneira a haver mais espaço para a acomodação de africanos e outros alienígenas circula há muito por certos ares contaminados pelos mais doentios vapores do universalismo anti-fronteiras militante...

PETIÇÃO PARA REVERTER A NACIONALIZAÇÃO DOS CTT


(...)
Os subscritores e as subscritoras desta Petição, confrontados(as) com os efeitos, em seu entender perniciosos e prejudiciais para os Portugueses e as Portuguesas e para o País, da privatização dos CTT, Correios de Portugal, S.A. decidida pelo Governo de então em 2013/2014, vêm junto de V.ª Ex.ª expor e peticionar de acordo com o texto que se segue. 

Considerando os peticionantes e as peticionantes que: 

• Desde 1520, aquando da instituição dos Serviços Postais em Portugal, os Correios Portugueses, adiante designados por CTT, independentemente da sua figura jurídica ou denominação, sempre foram considerados como o melhor serviço público em Portugal. Desde o início do Século XX e até 2014, apesar das diversas vicissitudes e transformações porque passaram, os CTT sempre respeitaram os seus utentes, fornecendo um Serviço Postal Público de qualidade e considerados no topo dos correios a nível mundial; 

• Desde 2013/2014, após a privatização total dos CTT-Correios de Portugal, S.A., cujo capital era até aí detido em exclusivo pelo Estado Português, a qualidade do serviço prestado pela hoje designada CTT – Correios de Portugal, Sociedade Aberta, tem vindo a decrescer fortemente em qualidade e periodicidade estando actualmente a raiar o descalabro; 

• Estando o imediatamente atrás referido publicamente comprovado pela Entidade Reguladora ANACOM, sob cuja proposta o Governo da República multou os CTT por desrespeito pelo Contrato de Concessão e Convénio de qualidade (só relativamente a 2014 faltando os anos subsequentes); 

• Com a redução do número de Carteiros e as “novas metodologias” de distribuição de correio, os atrasos na distribuição são uma constante em todo o País, existindo mesmo localidades em que o Carteiro só passa uma vez por semana, e outras, pouco mais que isso, prejudicando assim gravemente os cidadãos; 

• Após a implementação do chamado Banco CTT sobre a estrutura de Estações de Correio, agora designadas por Lojas Postais, o desvio de trabalhadores dos balcões dos serviços postais para os balcões do serviço do Banco, provoca filas intermináveis de espera nos primeiros, chegando ao absurdo de um cidadão ou uma cidadã esperar mais de duas horas para comprar um selo ou fazer um envio postal. Concomitantemente o encerramento de muitas estações de correio, nomeadamente nas zonas menos povoadas é em tudo preocupante até porque põe em causa a coesão territorial; 

• Em nosso entender a gestão privada dos CTT está a emagrecer/destruir deliberadamente a estrutura e componentes da Rede Pública Postal e, com isso, a incumprir o Contrato de Concessão e o Convénio de Qualidade e, dessa forma, a prejudicar fortemente os Portugueses e Portuguesas e o Estado Português. 

Somos, por tudo o atrás referido e antes que o Serviço Público Postal e a Rede Pública Postal sejam destruídos de forma irreversível, a requerer a V.ª Ex.ª que, nessa Assembleia da República, sejam envidados todos os passos necessários a um rápido e imprescindível processo de reversão da privatização dos CTT-Correios de Portugal, voltando os mesmos à posse total e gestão directa do Estado Português, como acontecia até Dezembro de 2013. 

Para assinar a petição, aceder a esta página: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT86129

Acresce que há não muito tempo os accionistas retiraram cento e vinte por cento - 120% - de lucros da empresa...
Constata-se mais uma vez o que é a chamada «superior competência dos privados» - a superior capacidade de rapina da parte da elite plutocrática quem fica a ganhar com esses negócios.

NOS EUA - RAPARIGA BRANCA ASSASSINADA POR «BULLYIER» NEGRA

Valaree Megan Schwab, adolescente de dezasseis anos, assassinada por uma negra da mesma idade


Em New Rochelle, a adolescente da foto acima tentou defender-se com spray pimenta da sua perseguidora, Z'Inah Brown, que mais uma vez a tentava agredir, em grupo, com mais cinco ou seis adolescentes, incluindo rapazes, desta feita no restaurante Dunkin' Donuts. A afro-americana (não ponho aqui a sua foto por uma questão de bom gosto, mas uma acessão rápida ao link abaixo permite que se lhe veja o semblante) matou-a à facada. Valaree viria a morrer no hospital.
A vítima era considerada uma aluna de excepção e uma guitarrista talentosa. Gravava vídeos no YouTube; nalguns deles, criticava o presidente Trump, considerando que a sua presidência era de «tirania».
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://www.google.pt/amp/www.dailymail.co.uk/news/article-5275149/amp/Bullying-victim-16-stabbed-death-Dunkin-Donuts.html 

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A ironia de uma branca anti-Trump ser assassinada por uma negra impõe-se sem necessitar de mais comentários, por piedade...
É mais uma das muitas notícias que não vereis nos grandessíssimos mé(r)dia, porque aqui a vítima é branca e a agressora é negra... e note-se que a questão do «bullying» está na ordem do dia, mas mesmo assim a notícia não foi e provavelmente não será noticiada na «grande» imprensa...
É mais um episódio do quotidiano ocidental a ser aquecido pelo calor humano oriundo das Áfricas, sem este contributo cultural o Ocidente seria muito mais frio, insípido, asséptico, muito ordenadinho e previsível, «c'orror», guincham os partidários do «multiculturalismo» da salganhada enlameada...
É mais um caso a registar para futura referência, porque mais uma vez a elite político-culturalmente reinante, imigracionista, que impinge aos brancos do Ocidente a convivência multirracial, é por isso moralmente culpada por mais uma morte de uma vítima branca.