terça-feira, dezembro 12, 2017

ALTAR COM DEDICATÓRIA ÀS DIVINDADES VISEENSES RETORNA A VISEU


Dedicado aos deuses, este altar com quase dois mil anos fala no povo “Vissaieigenses”. Descoberta em 2009, pedra regressa a casa depois de ter sido resgatada de depósito. Vai estar em exposição no átrio da autarquia e integrar o acervo do futuro museu da cidade.
Um altar de pedra com dois mil anos que revela a origem do nome da cidade de Viseu vai ser exposto ao público, quase uma década depois de ter sido descoberto.
A ara, da época romana, foi encontrada em 2009 durante umas escavações na zona histórica e é considerado o achado arqueológico mais relevante na construção da história da cidade. Guardada num caixote nos últimos anos, a pedra em granito fino foi resgatada para ficar, para já, em exposição no átrio da Câmara Municipal ainda durante o mês de Dezembro.
Datada da segunda metade do século I d.C, o altar é um dos mais antigos monumentos epigráficos de Viseu. A inscrição, em latim e totalmente perceptível, diz, na sua tradução: “Às Deusas e Deuses vissaieigenses. Albino, filho de Quéreas, cumpriu o voto de bom grado e merecidamente.
Segundo os historiadores e investigadores, com esta dedicatória, Albino, uma personalidade da época, materializa o cumprimento do voto feito às Divindades de lhes erguer um altar. E ao dedicar a mensagem aos “Deuses vissaieigenses”, percebe-se que a palavra deriva de Vissaium, o nome da cidade naquela época.
A mais antiga referência escrita do nome de Viseu remontava ao século VI, sob a forma "Viseo".
“Não deve haver outra peça tão importante sobre a história de Viseu como esta ara. Através da inscrição consegue-se saber o nome dos habitantes que cá estavam quando os romanos chegaram”, assinala o arqueólogo Pedro Sobral. O especialista destaca ainda que o altar foi encontrado “num sítio muito perto onde estava o templo do fórum da época romana, o centro religioso, político e administrativo”, o que demonstra a importância desta urbe.
O arqueólogo conta que até 2009 havia muitas teorias, “algumas delas disparatadas”, sobre a origem do nome da cidade e “este altar desvenda esse mistério” ao mesmo tempo que demonstra que Viseu poderá ter sido capital de um vasto território.
Através dos estudos onomásticos, os historiadores e investigadores chegaram à conclusão de que a cidade, antes dos romanos chegarem, chamava-se Vissaium que evoluiu para Vis (s) eum (Era Romana), a seguir Viseo (Idade Média) e, finalmente, Viseu.
“O estudo preliminar leva-nos também a sugerir que a ara materializa um voto às Deusas e Deuses viseeicos, sendo o seu dedicante alguém abastado, a julgar pela qualidade e imponência do monumento”, contam os historiadores para quem o altar assume também especial importância para o conhecimento do panorama religioso da região de Viseu.
“Mais uma vez esta peça é única porque dá a conhecer uma entidade divina que acabou por entrar para o panteão dos deuses romanos”, esclarece o arqueólogo.
Primeira pedra do acervo do futuro museu da cidade
A ara foi encontrada no âmbito de acompanhamento arqueológico da abertura de uma vala para a instalação do funicular na Travessa da Misericórdia, bem perto da Sé de Viseu. Na altura, o achado foi dado a conhecer e foi objecto de vários artigos em revistas da especialidade e em congressos. Chegou também a iniciar uma “digressão”, denominada “Rock Tour”, que começou na Fnac, onde o altar esteve em exibição, e que pretendia percorrer outros espaços do concelho. Mas, o monumento acabou fechado, dentro de um caixote num depósito nos arredores de Viseu, num armazém que contém mais achados arqueológicos que estão guardados.
Depois da exposição no átrio da câmara, é intenção da autarquia que este seja o primeiro objecto do acervo do futuro museu da cidade.
“A ara é uma primeira pedra, literalmente, na vontade de constituir um primeiro acervo para o museu da cidade que é um objectivo que está inscrito no nosso programa”, sublinha Jorge Sobrado, vereador da Cultura e Património.
Para o autarca, “este regresso a casa do altar é um modo de valorização e promoção de um grande ícone de Viseu, mas é também simbólico daquilo que é o nosso objectivo de, dentro de um quadro de valorização do património, fazer um trabalho ligado à investigação, à salvaguarda, à valorização e à divulgação”.
“Trata-se de um documento e de um monumento únicos”, justifica. “Através deste documento, conseguiu-se trazer luz ao mistério que sempre envolveu a origem do nome da cidade de Viseu. O nome mais antigo, alguma vez descoberto, é Vissaium”, sublinha.
O presidente da autarquia “vissaieigense”, Almeida Henriques, considera que colocar em exposição o altar milenar é “um belo presente de Natal para os viseenses e para todos quantos gostam de património e história”. Acredita que este achado arqueológico contribui, também, para a promoção do turismo em Viseu.
“Queremos fazer um resgate do nosso património histórico e esta devolução à cidade tem um grande significado”, afirma ainda.  E conclui: “Não era compreensível que esta peça, pelo seu singular valor simbólico, continuasse fechada num armazém”.
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Agradecimentos ao camarada PF por me ter dado a conhecer esta notícia: https://www.publico.pt/2017/12/11/local/noticia/altar-com-dois-mil-anos-desvenda-nome-de-viseu-1795310

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Quantas mais riquezas da ancestralidade não estarão guardadas em armazéns pelo país fora...

ANIMAL ENTREGA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA UMA PETIÇÃO CONTRA ANIMAIS NO CIRCO

A associação Animal vai entregar uma petição com 16 mil assinaturas ao presidente da Assembleia da República a solicitar a proibição de todos os animais nos circos, disse a presidente da organização, Rita Silva.
A Animal promove esta Martes no parlamento uma audição pública intitulada Por um Circo Mais Humano, com a presença de deputados do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), Bloco de Esquerda, Os Verdes e PS, para sensibilizar a sociedade civil sobre o problema. Segundo Rita Silva, a petição destina-se também a alertar os grupos parlamentares no sentido de eles próprios avançarem com projectos que impeçam a utilização de qualquer animal nos circos.
A petição será entregue ao presidente da Assembleia da República no primeiro trimestre de 2018, dando assim tempo aos grupos parlamentares para analisarem a questão e escolherem o "melhor timing" para a discussão pública do assunto.
Na audição pública marcada para hoje será feito um esclarecimento sobre a situação dos animais no circo nos cinco continentes. A sessão terá a participação de uma médica veterinária que falará sobre o bem-estar animal e de uma bióloga e etóloga (especialista em comportamento animal), que se debruçará sobre o comportamento dos animais no circo e da forma como isso os afecta negativamente.
Rita Silva lamenta que apenas PCP e PSD não tenham respondido ao convite para estarem presentes na audição pública, observando contudo que os comunistas já trabalharam anteriormente no tema. Quanto à legislação em vigor, considera que só tem sido aplicada à proibição de utilização e reprodução de primatas, uma vez que leões e tigres continuam a reproduzir-se nos circos à margem da lei.
De acordo com a presidente da Animal, desde 2009 que têm vindo a ser apresentadas diversas queixas junto da Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, da GNR e dos grupos parlamentares. Mas mesmo quando as inspecções detectam infracções nos circos os animais continuam na posse dos proprietários infractores, assegura.
Isto porque até ao momento ainda não foi criado qualquer santuário ou rede de acolhimento para animais de circo, como leões e tigres, embora no passado o PCP tenha apresentado um projecto nesse sentido, que foi chumbado.
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/12/12/sociedade/noticia/peticao-contra-utilizacao-de-animais-nos-circos-reuniu-16-mil-assinaturas-1795698/amp#

ALEMANHA VOLTA A TREINAR FORÇAS CURDAS NO IRAQUE

O Parlamento alemão aprovou nesta Martes (12) a extensão do programa de treinamento de forças curdas no norte do Iraque até Abril de 2018.
A Alemanha também aprovou a transferência de cerca de 8,1 milhões de euros para as actividades da missão que envolverá 150 militares do país europeu. Auxilia os Curdos em tarefas como manutenção de equipamentos militares de ponta fornecidos por Berlim.
Mais de 16 mil militares curdos já foram treinados pelos Alemães desde Fevereiro de 2015, de acordo com a agência de notícias Rudaw.
Em Outubro, o treinamento chegou a ser suspenso devido à tensão envolvendo o referendo em que os Curdos votaram pela separação da região do Iraque. Entretanto, o resultado do referendo foi suspenso pelo Supremo Tribunal do Iraque e as actividades militares foram retomadas.
Durante anos, o norte do Iraque sofreu com a presença do grupo terrorista Daesh. Entretanto, o governo iraquiano anunciou que o grupo foi derrotado na região. 
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2017121210058140-alemanha-aprova-renovao-programa-treinamento-forcas-curdas-iraque/

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Parece um bom sinal de que o Curdistão está a ser reconhecido como um aliado natural da Europa na região.

PRESIDENTE DA CÂMARA DE ROMA ALERTA PARA O PERIGO SOCIAL QUE A CONTÍNUA CHEGADA DE ALÓGENOS REPRESENTA


Uma notícia que já de há seis meses mas promete continuar cada vez mais actual... Em Itália, a presidente da câmara da capital, Virgínia Raggi, do Movimento Cinco-Estrelas (M5S), populista, pediu ao governo para não enviar mais imigrantes para a cidade. Alertou para o crescimento das tensões sociais caso a imigração aumente, em resposta à afirmação governamental de que todas as áreas do país têm de construir mais centros para imigrantes de modo a alojar os duzentos e cinquenta mil alógenos que chegariam a esta península europeia em 2017. Na sua conta de Facebook, Raggi comentou: «Não podemos permitir a criação de mais tensões sociais. É por isso que estou a dizer que é impossível, arriscado até, pensar em criar quaisquer novas estruturas para acolhimento.» Acrescentou: «É tempo de ouvir os cidadãos de Roma.»
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Agradecimentos ao Arauto por aqui ter trazido esta notícia: https://www.thesun.co.uk/news/3805620/rome-mayor-virginia-raggi-ban-migrants-social-tensions/

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Mais uma vez, mais outra, mais outra ainda, um partido anti-imigração dá voz aos anseios do povo contra a iminvasão - a isto chama-se «populismo» frequentemente com um sentido depreciativo, precisamente porque a elite político-culturalmente reinante não quer admitir que se trata aqui da mais pura e lógica forma de Democracia, porque acha bonito e até obrigatório dizer-se democrata desde que não seja mesmo preciso fazer mesmo a vontade do povinho, c'horror!, e então chama-lhe nomes, entre os quais «populista», a ver se consegue dar uma ideia balofa e arruaceira da real vontade democrática... Nos EUA, o famoso empresário Henry Ford disse um dia que as pessoas deveriam poder escolher a cor do automóvel que quisessem desde que escolhessem preto, só que esse era um plutocrata ianque, homem dos mais altos carcanhóis privados, não da coisa pública, ao passo que quem controla a comunicação sucial europeia, malta do mais fino recorte cultural, pretende falar em nome do povo...
Note-se que entretanto o M5S foi o partido mais votado nas eleições regionais da Sicília, ficando atrás apenas do movimento cívico Diventerà bellissima...

CÓRSEGA - MAIS UMA NAÇÃO EUROPEIA A CAMINHO DA LIBERDADE

Os Nacionalistas ganharam a maioria no Parlamento da Córsega. Aliança de apoiantes da autonomia e independência da Córsega Pè a Corsica recebeu 56,46% dos votos nas eleições territoriais, enquanto em 2015 obtiveram maioria relativa com 35,3% dos votos.
O mais importante é que os vencedores das eleições para a Assembleia da Córsega, que é uma das colectividades territoriais de França (divisão administrativa), vão formar a entidade única de autonomia local. Querem obter a autonomia com poderes sem precedentes no domínio legislativo e de tributação nos próximos 3 anos. A questão sobre a independência poderá ser considerada nos próximos 10 anos, apesar do facto de hoje ainda não ser o momento mais actual.
O recém-eleito presidente da Assembleia da Córsega e membro do partido Corsica Libera, que se manifesta a favor da independência, Jean-Guy Talamoni comentou à Sputnik França algo sobre o desenvolvimento da situação no país: "O objectivo número um é acordar com Paris sobre o novo estatuto [para a Córsega], sobre o poder legislativo no domínio social e económico e sobre o planeamento territorial […] Para cumprir todas nossas exigências […] seria preciso mudar a Constituição", afirmou Jean-Guy Talamoni à Sputnik França.
A segunda questão importante que deve ser negociada com Paris é o estatuto da língua corsa. Os independentistas exigem para ela um estatuto oficial para não permitir o seu desaparecimento.
Outro assunto é o estatuto dos territórios corsos. Os independentistas exigem não ser privados do direito de propriedade de bens imobiliários. Além disso, eles exigem amnistia para aqueles independentistas que são procurados ou que estão presos.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2017121210054991-processo-politico-independencia-corsega/

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Mais uma vez, mais outra e mais outra ainda se constata o potencial do crescimento do Nacionalismo no seio de uma comunidade étnica relativamente homogénea - quanto mais os Nacionalistas falem em discurso directo ao Povo, mais povo neles vota. Este caso concreto atrairá eventualmente uma particular simpatia da parte dos nacionalistas portugueses (?), dado que na sua bandeira figura a cabeça de um mouro, aludindo aos combates cotnra a Moirama, e que o seu idioma, bem mais próximo dos de Itália que dos de França, exibe alguns sons análogos ao Português, enquanto alguma da sua música tradicional tem as suas semelhanças com o Fado, digo eu, na entoação, e por acaso nem houve lá Árabes...
https://www.youtube.com/watch?v=UEK5ViClEMQ

PRESIDENTE DOS EUA QUER REFORÇO DO RIGOR NA IMIGRAÇÃO

Após a explosão registada em Nova York nesta Lues (11), o presidente dos EUA, Donald Trump, fez uma declaração reforçando a necessidade de realizar uma reforma migratória no país. O suspeito de realizar o atentado é bengalês e mora nos EUA desde 2011 com visto permanente.
O presidente norte-americano afirmou que o actual sistema migratório do país é "permissivo" com a entrada de pessoas perigosas: "Primeiro e mais importante, como disse desde que anunciei a minha candidatura à Presidência, os Estados Unidos devem reformar o seu permissivo sistema migratório, que permite que pessoas inadequadas e perigosas entrem no nosso país", disse Trump.
A Suprema Corte dos EUA autorizou na semana passada a plena aplicação do decreto de Donald Trump que proíbe viagens de cidadãos de alguns países aos EUA.
Em novembro, 16 procuradores estaduais apresentaram contactos com o tribunal para bloquear a terceira e mais recente versão da proibição, afirmando que o decreto era "inconstitucional".
"A minha acção executiva para restringir a entrada de certos nacionais de oito países, que a Suprema Corte permitiu recentemente ter efeito, é apenas um passo em frente para garantir o nosso sistema de imigração. O Congresso deve acabar com a imigração em cadeia", acrescentou o presidente norte-americano. 
A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, também se manifestou a favor de uma reforma migratória como forma de aumentar a segurança nacional: "Este ataque mostra a necessidade do Congresso trabalhar com o presidente nas reformas de imigração que aumentam a segurança nacional e pública. Devemos proteger as nossas fronteiras e garantir que indivíduos que entrem no nosso país não venham para causar danos ao nosso povo. Devemos ter um sistema de imigração baseado no mérito", disse a porta-voz. 
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Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo/2017121210053100-trump-eua-terrorismo-migracao/

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De uma perspectiva nacionalista valeria bem mais um sistema de imigração o mais reduzido possível e tendo como critério prioritário o da proximidade étnica, mas enfim, o que Trump mais uma vez aproveita para fazer é, notoriamente, um bom trabalho político no sentido de consciencializar o Povo do perigo que é a imigração oriunda do terceiro-mundo, sobretudo do terceiro-mundo islâmico, inimigo histórico do Ocidente e das demais culturas do planeta.

CIDADES BRASILEIRAS COM PERCENTAGEM DE HOMICÍDIOS QUATRO VEZES SUPERIOR AO NÍVEL DE HOMICÍDIOS CONSIDERADO EPIDÉMICO...

Os assassínios no Brasil entre 2001 e 2015 tiraram a vida de mais pessoas no país do que o somatório de mortes ocorridas nas guerras do Iraque e da Síria, segundo dados publicados nesta Martes num levantamento feito pelo jornal O Globo. Os dados compõem um crescimento exponencial da violência nas cidades brasileiras durante o mesmo período.
Segundo dados do Datasus, plataforma do Sistema Único de Saúde, ligado ao Ministério da Saúde, 786.870 pessoas foram assassinadas no Brasil entre Janeiro de 2001 e Dezembro de 2015, o que corresponde a uma morte a cada dez minutos, informou a publicação.
A título de comparação, 331.765 mortes foram registadas na Síria entre Março de 2011 e Julho de 2017, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos. Já o projecto Iraq Body Count (Contagem de Mortos no Iraque, em tradução livre) mostra que 268 pessoas morreram no Iraque entre 2003 e 2017. Somadas as suas guerras, 570.573 pessoas perderam a vida nos dois países que vivem conflitos internos.
Nem mesmo o terrorismo global matou mais do que os assassinatos no Brasil: o projecto Global Terrorism Database contabiliza 238.808 mortes decorrentes de atentados entre 2001 e 2016.
Os homicídios no país mataram mais do que os crimes do mesmo género em oito países sul-americanos somados, ou ao assassinatos registados no período nos 28 países da União Europeia (UE).
Como estudos anteriores já demonstraram, 56% do total dos assassinatos no Brasil envolvem pessoas com até 29 anos, e 63% das vítimas são negras ou pardas. As armas de fogo correspondem a 70% dos homicídios, que envolvem homens em 91% das situações.
Para especialistas, os indicadores não surpreendem, já que o país possui 25 cidades entre as mais violentas do planeta, com mais de 40 assassinados por 100 mil habitantes, o que corresponde a quatro vezes mais que o limite estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para classificar como epidémico o nível de homicídios de uma localidade.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/brasil/2017121210055773-homicidios-brasil-superam-siria-iraque/

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Ah, páráíso multirráciáu, a maravilha do multiculturalismo étnico concretizada num país riquíssimo em termos geográficos e geo-naturais que por excepcional coincidência tem toneladas de negros... A notícia identifica, aliás, a raça das vítimas, mas não a dos homicidas, curiosamente, se calhar porque confirmaria algum «estereótipo racista», quem sabe...
Quem é que pode querer imigração oriunda de um sítio destes?


PRESÉPIO EM BOLONHA SUBSTITUI FAMÍLIA E MANJEDOIRA DE JESUS POR BARCO DE BORRACHA E FAMÍLIA IMIGRANTE

Em Itália, gerou-se polémica na comuna de Castenaso, junto à cidade de Bolonha após a inauguração de um presépio de Natal no qual as imagens do menino Jesus e de Maria de Nazaré aparecem dentro de um barco de borracha ao invés de estar numa manjedoura. O presépio foi montado nos últimos dias na Piazza Zapelloni, em Castenaso. A ideia do presidente da câmara Stefano Sermenghi é "destacar o problema relacionado com o acolhimento de imigrantes", explicou. No entanto, a iniciativa gerou polémica com a Igreja Católica. Em entrevista à imprensa local, o monsenhor Ernesto Vecchi, bispo auxiliar emérito de Bolonha, afirmou que o "núcleo central de um presépio prevê uma criança dentro da manjedoura e deve ser respeitado à letra". "O presépio está ok, mas não toque na manjedoura", ressaltou Vecchi.
A câmara municipal da pequena cidade organiza o presépio desde 2002. Este ano, a imagem da cena do nascimento de Cristo também será usada como um plano de fundo para os cartões de Natal.
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Fonte: https://viagem.uol.com.br/noticias/ansa/2017/12/05/cidade-italiana-faz-presepio-com-jesus-em-bote-de-imigrantes.htm?cmpid=copiaecola
Agradecimentos ao Arauto e ao anónimo que aqui trouxe esta notícia: http://www.dailymail.co.uk/news/article-5148803/Italian-Nativity-dinghy-instead-manger-sparks-fury.html

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Não me surpreendia nada que houvesse bispos a apoiar esta variante, ainda que um dos bispos contra isto se tenha pronunciado... não faltarão os clérigos e devotos a garantir que no Cristianismo o mais importante é a moral do amor universal, não as formas concretas tradicionais seja do que for... e esta moral, bem evidente na ideia de substituir a família de Jesus por uma família de imigrantes - ou seja, uma família alógena por outra... -  não foi contestada pelo bispo, evidentemente...
Ser cristão implica, obviamente, receber tudo o que é alógeno e seja imigrante ou refugiado, isso está bem à vista, motivo pelo qual nenhuma defesa étnica e civilizacional do verdadeiro Ocidente pode fazer-se a par de uma re-cristianização do velho continente, como querem os patriotas «cristãos».

SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA ALEMÃO ALERTA PARA INFILTRAÇÃO CHINESA NOS CÍRCULOS POLÍTICOS E EMPRESARIAIS OCIDENTAIS

A agência de espionagem da China criou falsos perfis do LinkedIn para se infiltrar em esferas de influência nos círculos políticos e empresariais alemães e europeus, afirmou o escritório da Alemanha para a Protecção da Constituição (BfV), o serviço de inteligência do país.
Hans-Georg Maassen, chefe da BfV, alega que as contas falsas chinesas representaram consultores, especialistas em políticas, académicos e headhunters, e visavam 10 mil cidadãos alemães.
"Os serviços de inteligência chineses estão a usar novas estratégias de ataque no espaço digital. As redes sociais, especialmente o LinkedIn, estão a ser usadas de forma ambiciosa para recolher informações e para recrutamento", disse Maassen, citado pelo jornal Financial Times. "Estamos a lidar com uma ampla tentativa de infiltrar parlamentos, ministérios e administrações".
Os espiões chineses tentariam mitigar os dados sobre possíveis objectivos, incluindo, entre outros, parlamentares alemães e europeus, altos funcionários militares, representantes de fundações, grupos de lobby e consultorias antes de trocar ideias, opiniões e informações com os seus alvos e depois convidá-los para conferências e eventos na China continental.
"As infiltrações são difíceis de detectar, uma vez que as conexões de rede entre prestadores de serviços e seus clientes não são suspeitas", afirmou o BfV. "Isto dá ao agressor um disfarce ainda melhor do que antes".
O BfV publicou uma lista de oito desses perfis falsos para contactar usuários alemães. 'Allen Liu', um gerente de RH numa consultoria económica fictícia 'Lily Wu', que aparentemente trabalha num grupo de reflexão no leste da China. Outra conta desse tipo, creditada em 'Laeticia Chen', usou uma imagem de perfil de um catálogo de moda online, informa o site Deutsche Welle.
"Esperamos que as organizações alemãs relevantes, em particular os departamentos governamentais, possam falar e agir de forma mais responsável e não fazer coisas que não sejam benéficas para o desenvolvimento das relações bilaterais", disse o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Lu Kang. O ministério acrescentou que tais alegações eram "completamente infundadas" e que o BfV estava "a perseguir o vento e a agarrar sombras", de acordo com o Financial Times.
Os serviços de inteligência ocidentais estão cada vez mais preocupados com as incursões de hackers chineses. Em Outubro, o Serviço de Informações de Segurança (SIS) da República Checa advertiu que os hackers chineses cooptaram redes de informação para promover os interesses chineses e suprimir a disseminação de informações sobre abusos no Tibete.
Em Julho, o BfV alegou que os esforços de espionagem estrangeiros estavam a custar anualmente à economia alemã biliões de euros. A CIA também advertiu as tentativas dos serviços de segurança chineses de recrutar cidadãos dos EUA.
"Poderia haver um grande número de indivíduos alvo e perfis falsos que ainda não foram identificados", disse um porta-voz da BfV, citado pela Agência Reuters.
Vários dos perfis analisados ​​como parte de um estudo de nove meses sobre operações de espionagem com base em médias chineses da Reuters também encontraram conexões com altos diplomatas e políticos de vários outros países europeus.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2017121110049751-china-espionagem-parlamentos-europeus/

MAIS UMA SINAGOGA A ARDER NA SUÉCIA...

Conforme se lê aqui https://www.jihadwatch.org/2017/12/sweden-second-synagogue-firebombed-this-time-in-heavily-muslim-malmo, mais uma sinagoga em solo sueco foi ontem alvo de incendiários, desta feita na cidade de Malmö, densamente povoada por muçulmanos. 
De notar que no passado dia 8, Vernes, a Sveriges Radio noticiou que manifestantes muçulmanos nesta cidade, em protesto contra a decisão norte-americana de reconhecer Jerusalém como capital israelita, gritaram: «Anunciámos a intifada a partir de Malmö. Queremos a nossa liberdade de volta e iremos matar os Judeus.»
Houve outros protestos desta natureza noutras cidades europeias, tais como Londres, onde os manifestantes muçulmanos berraram junto à embaixada dos EUA uma das palavras de ordem dos jihadistas: «Caibar, Caibar», referência à última cidade judaica da Arábia, Caibar, que foi invadida pelas tropas comandadas pelo profeta e chefe de guerra Maomé, o qual levou para a escravatura todas as mulheres e crianças judias que pôde. 

Arrogância musla é mesmo isto - com tal gente, só a tiro, porque não entendem nenhuma outra linguagem senão a da força, já que a mente se encontra «blindada» pelo Alcorão. Só isto, nada mais, só isto explica que tenham a ousadia de protestar e fazer exigências a respeito de um assunto interno de um Estado de direito, que é, por muito que lhes custe, Israel.


segunda-feira, dezembro 11, 2017

PNR DENUNCIA INOPERÂNCIA ESTRUTURAL DA ELITE REINANTE PARA COMBATER O TERRORISMO MUÇULMANO

As autoridades britânicas anunciaram, esta semana, ter impedido os planos de dois terroristas para matar Theresa May. Os dois homens foram detidos no dia 28 de Novembro, numa operação conjunta do MI5, o serviço de segurança contra-terrorista e da Polícia britânica (Scotland Yard e West Midlands). Os detidos, com 20 e 21 anos foram acusados de “intenção de cometer actos terroristas” e de preparação de terrorismo.
Esta situação é comparável a irmos a um médico, com um problema grave, e ele apenas nos receitar comprimidos para as dores… Mais tarde ou mais cedo, voltamos a ter os mesmos problemas! Ora, para combater as doenças são precisos medicamentos concretos que as eliminem ou, em casos mais complicados, uma operação.
Assim, os políticos do sistema, quando escancararam as portas da União Europeia, permitiram que a doença chamada «fundamentalismo islâmico», entrasse, se espalhasse e se disseminasse. Agora, com o mal espalhado, limitam-se a dar um comprido ao paciente, fazendo-o acompanhado do folclore mediático do costume e aplacar a dor apenas momentaneamente.
Nós, porém, como bons “médicos”, defendemos a cura eficaz. A situação está de tal forma descontrolada, não só no que toca ao terrorismo, como também na expansão do islamismo (já existem em muitas cidades da UE zonas perfeitamente controladas, onde impera a lei da Sharia e onde os cidadãos europeus não têm permissão de entrada), que só com uma operação é possível resolver o problema de vez. Só travando e revertendo os fluxos migratórios vindos de fora da Europa é possível ter paz.
Mais mesquitas, mais imigrantes económicos (que de refugiados nada têm), mais tolerância com culturas que defendem a pedofilia, que toleram a violência familiar, que tratam as mulheres como seres inferiores, e hostilizam quem não segue a religião que professam, não podem ser tolerados numa Europa que já perde muitos valores devido à influência perniciosa do marxismo-cultural, o mesmo que nos pede tolerância em relação a culturas bárbaras.
Para nós, só há uma cura óbvia: Islão, aqui não!
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Fonte: http://www.pnr.pt/2017/12/mais-do-mesmo/

TERRORISTA MUÇULMANO CAUSA EXPLOSÃO EM NOVA IORQUE

O presidente da câmara de Nova York, Bill de Blasio, afirmou que a explosão que atingiu Manhattan nesta Lues (11) foi uma "tentativa de ataque terrorista" e disse que um indivíduo foi o responsável pelo acto. Há uma investigação em andamento para apurar os factos.
"Graças a Deus, o perpetrador não alcançou os seus objectivos finais", disse de Blasio.
Segundo o Comissário de Polícia de Nova York, o possível responsável pelo ataque é Akayed Ullah, de 27 anos. Ele supostamente teria declarado que o ataque foi realizado em nome do Daesh, apesar de até ao momento não terem sido encontradas provas de que matinha contacto com a organização terrorista.
A explosão foi registada no terminal de autocarro Port Authority. O local também é próximo de linhas de metro e é uma das regiões mais movimentadas da cidade. O governador de Nova York, Andrew Cuomo, disse que o explosivo era de "baixa tecnologia". O artefacto era uma bomba caseira que Akayed tinha junto ao seu corpo.
Além do responsável pelo ataque, outras três pessoas ficaram feridas. Nenhuma delas corre risco de vida. Fontes do corpo do bombeiras afirmaram à agência Associated Press que Akayed tem queimaduras nas mãos e abdómen. Já os outros feridos têm zunidos nos ouvidos e dores de cabeça.
Elrana Peralta, que trabalha no terminal de Port Authority perto de onde a explosão aconteceu, afirma ter ouvido apenas a confusão.
"Tudo o que podíamos ouvir foi o caos", disse ela. "Ouvimos as pessoas a gritar: 'Saiam! Saiam! Saiam!'."
John Miles, de 28 anos, estava à espera de um autocarro para Massachusetts. Também não ouviu a explosão, mas viu a polícia reagir: "Não sabia o que estava a acontecer. Havia polícias a correr. Eu estava a enlouquecer", disse. Houve um anúncio de que as pessoas deveriam pegar nas suas malas e sair. "Não incitaram ao pânico. Era bastante ordenado".
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Fonte: https://br.sputniknews.com/noticias/2017121110049846-suspeito-ataque-nova-york-identificado-autoridades-terrroriso/

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Mais um dia de «imprevista» comoção graças ao calor humano oriundo do Médio Oriente, que seria do mundo ocidental sem esta animação...

PNR APELA À PREFERÊNCIA PELO CONSUMO DO PRODUTO NACIONAL


MUÇULMANO SOMALI PRESO NO REINO UNIDO POR TENTAR VIOLAR JOVEM ALCOOLIZADA

No Reino Unido, o muslo somali Abdourahman Amadeo, refugiado de vinte e quatro anos que tinha trabalhado no Cafe Nero do aeroporto de Heathrow, foi detido e sentenciado a nove anos de cadeia por ter tentado violar uma jovem alcoolizada de vinte e dois anos que desmaiou na cama do mouro, o qual, depois do que fez, terá gritado «Get this h** out of my bed» («Tirem esta p*** da minha cama»).
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2017/12/uk-muslim-migrant-who-worked-at-heathrow-airport-jailed-for-animalistic-bid-to-rape-passed-out-student

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Mais calor humano oriundo do outro lado do Mediterrâneo para aquecer o frio e insípido quotidiano europeu... que seria dos Europeus sem aquele sangue quente, aquela impulsividade!, aquela tendência para exteriorizar sentimentos e emoções, aquele ritmo, aquela capacidade fogosa de criar o mais retumbante «imprevisto» («imprevisto» para quem não souber o que a casa gasta, bem entendido...)...
Resta saber se o fulano será posto fora da Europa quando/se terminar de cumprir a sentença... estou em crer que não...

domingo, dezembro 10, 2017

DEZ DE DEZEMBRO - DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS

Fonte: https://www.calendarr.com/portugal/dia-internacional-dos-direitos-humanos/

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Mais um valor civilizacional tipicamente ocidental, fruto da tendência do génio europeu para defender os mais vulneráveis, sejam eles os mais pobres, os mais fisicamente limitados, as crianças e as mulheres. Não surpreende que a Democracia e o Socialismo tenham sido inventados na Europa - a respeito da primeira, já o politólogo italiano Norberto Bobbio tinha dito que se tratava do produto ideológico com mais sucesso na Europa e menos sucesso fora dela. Não é por acaso que, fora do mundo europeu, a protecção dos mais frágeis parece luxo, como se constata diariamente até mesmo na comunicação social que mais tenta disfarçar o chamado «choque de civilizações»...

VINTE INDIVÍDUOS ATACAM À BOMBA SINAGOGA NA SUÉCIA

Um grupo de aproximadamente 20 pessoas atacou com bombas incendiárias uma sinagoga na cidade sueca de Gotemburgo, segundo informaram autoridades judias neste sábado.
"Sinagoga bombardeada em Gotemburgo, segunda maior cidade da Suécia; 20 indivíduos mascarados envolvidos", disse Avi Mayer, porta-voz da Agência Judaica para Israel, acrescentando que estudantes judeus que estavam no local no momento do ataque tiveram que se esconder no porão do prédio. 
Protestos contra Israel e a comunidade judaica estouraram em todo o mundo nesta semana após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, cidade que é considerada sagrada também pelos muçulmanos e parcialmente reivindicada pela Autoridade Nacional da Palestina.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2017121010042230-ataque-sinagoga-europa/

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Quem serão os atacantes?... «Nazis» ou... muslos?... Suspeito que se fossem brancos europeus já todo o mundo sabia, mas enfim, ficamos assim...

«A RÚSSIA DEVE-SE DIVIDIR EM PARTES», AFIRMA MINISTRO UCRANIANO

O vice-ministro dos Assuntos dos Territórios Ocupados da Ucrânia, Georgy Tuka, explicou qual a linha que o país deve adoptar em relação à Rússia.
O político sublinhou que não acredita na concepção de "povos fraternos" e "amor fraternal" entre os dois países, acrescentando que as relações entre Moscovo e Kiev devem-se basear no pragmatismo.
"Em termos políticos, na perspectiva mais próxima, a Rússia continuará a ser inimiga da Ucrânia independente, por isso a nossa tarefa é procurar dividir a Rússia em partes", afirmou o político, citado pelo portal Glavred.
Esta não é a primeira declaração polémica de Georgy Tuka quanto à Rússia. Assim, em Julho, ele chamou Moscovo "inimigo pérfido" e apelou a Kiev para aumentar o seu potencial militar. Segundo ele, o ideal para a Ucrânia e "para todo o mundo" seria o fim da existência da Rússia como Estado.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2017121010042674-ucrania-russia-inimigo-divisao/

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Os imperialismos dão sempre chatice, sobretudo quando se verifica entre nações irmãs, como é basicamente o caso. Está a Ucrânia diante da Rússia mais ou menos como Portugal estava diante da Espanha no final do século XVII... os ódios ainda estão bem acesos, como resultado do domínio imperial de uma Nação sobre outra. Independentemente disso, e descontando o evidente rancor de Tuka à Rússia, o melhor para todos, eventualmente até para os próprios Russos, seria de facto a «divisão» do actual Estado Russo em vários Estados autenticamente nacionais. A Rússia propriamente dita, por exemplo, está só entre a Bielorrússia e os Urais, daí para leste é império e, portanto, fonte de potenciais conflitos no futuro, já para não falar das graves questões islamo-patrióticas da Chechénia e da Ingúchia já manifestas há muito...

GOVERNO SUECO QUER IMPEDIR QUE DOCUMENTAÇÃO SOBRE ORIGEM ÉTNICA DOS CRIMINOSOS POSSA SER VISTA PELO POVO

O governo sueco quer proibir a utilização pública do sítio internético Lexbase, que contém documentação legal a respeito da criminalidade e permite identificar a origem étnica dos suspeitos de crime na Suécia.
Diz o governo que a informação do Lexbase é «demasiadamente sensível para o público» e deve por isso estar ao alcance apenas de profissionais tais como os advogados, os jornalistas e os pesquisadores. Antes disto, o site estava protegido pelo Acto de Liberdade de Expressão, mas a nova legislação pode limitar o tipo de informação que este sítio pode revelar...
Durante muitos anos, o governo sueco tem travado a recolha de estatísticas relativas à raiz étnica e religiosa dos criminosos, tornando mais difícil a tarefa de estudar a criminalidade estrangeira. 
Recorde-se que o agente da polícia Peter Springare declarou aqui há tempos que a maioria dos crimes graves é cometida por alógenos. Acresce que um determinado estudo a respeito dos gangues violadores chegou à conclusão de que nove em cada dez casos de violação em gangue é cometido por pessoal de origem alógena, refugiados incluídos. 
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Fonte: http://www.breitbart.com/london/2017/12/05/swedish-government-ban-websites-list-ethnic-origin-criminal-suspects/

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Não há-de a elite reinante ter medo da revelação dos factos, pudera, o caralho da realidade dá razão aos «nazis/racistas/islamófobos»... chegou-se pois a um ponto em que se oculta a verdade porque a verdade é politicamente perigosa. Assim se actua num regime não democrático, mesmo que os seus donos tenham o descaramento de marrarem que estão a defender a Democracia ao impedirem que o povo possa julgar os factos... Repare-se que aqui já não é suficiente a «preparação» ou «nota prévia» ou explicação oficial de acordo com a Boa e Sã Doutrina da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente... Já não é suficiente dizer ao povinho o que deve pensar ou como deve interpretar os factos. Aqui pura e simplesmente ocultam-se os factos e acabou, assim é mais fácil, que isto de povinho nunca fiando, a converseta de «ai, os alógenos cometem mais crimes porque são mais discriminados e vítimas de racismo!!!» pega cada vez menos, daí que o povinho vote cada vez mais nos Nacionalistas, por conseguinte há que pura e simplesmente evitar ter de explicar seja o que for e acabou, quanto menos conversa sobre o assunto melhor...

«RINKEBY É QUASE UMA ZONA DE GUERRA»

Na Suécia, a Procuradora Principal da Polícia, Lise Tamm, que será líder de uma unidade para combate ao crime organizado no Ano Novo, declarou recentemente, conforme aqui se lê http://www.breitbart.com/london/2017/12/06/swedish-deputy-no-go-zone-war-zones/, que um subúrbio de Estocolmo, Rinkeby, fortemente povoado por alógenos, está quase transformado numa zona de guerra: «Rinkeby é quase como uma zona de guerra. Quando a polícia aí actua, fá-lo como o fariam as forças armadas.» Disse mais: «Foi ao perceber isto que pensei: como é que se tratou disto na Colômbia aquando da deportação da guerrilha FARC, como é que fizeram em El Salvador quando a guerra acabou? Como é que fizeram noutras partes do mundo onde há tantos grandes problemas durante muitos, muitos anos? Há alguma solução? É preciso pensar fora da caixa.»

Pô-los fora da «caixa» é que é preciso - fora das fronteiras europeias de uma vez por todas. Nada mais simples e óbvio. Toda e qualquer outra solução que não passe pela expulsão em massa dessa gente é o mesmo que não dar uma para a caixa, um simples adiamento do problema maior. Bem se vê, por exemplo, no caso brasileiro, e no dos países africanos onde a violência extrema faz parte do dia-a-dia, bem se vê, aí, que não há táctica militar ou repressão que resulte quando se lida com certas populações, isto é, que resulte para pacificar a sociedade levando-a aos padrões europeus de civilidade...

A própria Tamm reconhece que o aumento da presença policial na zona só por si não é suficiente, como se tem visto. Então, diz ela, há que reforçar também o número de assistentes sociais e serviços governamentais na área... ou seja, mais e mais recursos pagos pelo povo para lidar com os «enriquecedores» da Europa, aqueles que «vêm para fazer o que os Europeus não querem fazer» e assim...

Outro agente policial de Rinkeby, Niclas Andersson, diz que falar em «zona de guerra» parece-lhe exagerado, mas admite o que já não se pode esconder: «Temos tiroteio e crime de gangue». 

Ambos os comentários registam-se depois de o Partido Moderado ter provocado polémica por propor o envio das forças armadas para áreas como Rinkeby de maneira a permitir que a polícia faça aí o seu trabalho sem receio de ser atacada, tal o estado a que esta localidade chegou, à semelhança de outras do género, como Husby e Tensta, além de certas zonas da cidade de Malmö, tendo todas elas em comum a característica de grande parte senão a maior parte da sua população ser oriunda do terceiro-mundo. 
Há tiroteios e até ataques com granadas; o governo chegou mesmo a propor uma amnistia para quem entregasse granadas às autoridades, de maneira a que estas fossem retiradas das ruas...



ESCOLA PRIVADA FRANCESA EM BEIRUTE PEDE DESCULPAS POR TER LIVRO NO QUAL ISRAEL ESTÁ REPRESENTADO NO MAPA

Uma escola privada em Beirute provocou controvérsia depois de ter publicado um mapa no qual a região ao sul do Líbano é israelita em vez de palestiniana. Segundo a lei libanesa, a própria existência de Israel é proibida de ser reconhecida.
Pela primeira vez, a transgressão surgiu no Facebook, quando o pai de uma menina de nove anos publicou a imagem do mapa mostrando Israel: "eis o que a minha filha do quarto ano aprendeu na escola hoje".
A escola foi obrigada a pedir desculpas, dizendo que respeita totalmente a soberania e história do Líbano e sublinhou o seu cumprimento do programa oficial. O Líbano e Israel continuam tecnicamente em estado de guerra, e a lei libanesa não permite reconhecer Israel de maneira alguma, até mesmo nos mapas.
Marwan Hamadeh, ministro libanês da Educação, prometeu considerar o assunto, de acordo com o jornal Asharq al-Awsat. O membro do parlamento, Wael Abu, pediu a Hamadeh para avaliar a direcção da escola e tomar as medidas necessárias caso seja descoberto que a instituição viola as identidades políticas e culturais do Líbano e da Palestina.
Tensões regionais com Israel foram intensificadas especialmente nos últimos dias, no contexto da assinatura pelo presidente norte-americano, Donald Trump, da declaração sobre a transferência da embaixada norte-americana de Tel Aviv para Jerusalém, oficialmente reconhecendo a cidade sagrada como capital israelita. Especialistas internacionais avisaram que a decisão de Trump pode causar mais distúrbios no Médio Oriente.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2017120810029101-escola-libano-desculpa-israel-mapa/

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Quando o pacífico e «moderado» Líbano não reconhece sequer a existência do Estado Judaico, mas a imprensa reinante prefere marrar com um tipo que se limita a reconhecer aos Judeus o direito de escolherem a sua capital na sua própria terra...

sábado, dezembro 09, 2017

DUAS MILITANTES DO VEGETARIANISMO INTRODUZEM COMIDA VEGETARIANA NOS RESTAURANTES E NÃO SÓ

Duas vegetarianas — uma há três, outra há 13 anos — e activistas entram num restaurante de francesinhas e sorriem enquanto posam para a fotografia. O que é que está errado nesta imagem? Nada.
Maria e Elisa não são chefs, mas entram nos restaurantes, infiltram-se nas cozinhas e, pé ante pé, estão a revolucionar a gastronomia, oferecendo um serviço completo e individualizado de implementação e de certificação de pratos inteiramente vegetais nos menus, proporcionando formação de confiança. “Nós servimos os animais, servimos os seus interesses”, sublinha Elisa Nair Ferreira, advogada. “Quando todos os restaurantes, por mais carne que tenham lá dentro, tiverem uma opção vegetariana, aí podemos dizer que o mundo está a mudar”, subscreve Maria Aragão, activista desde 2012 e autora do livro Omeletas sem Ovos. “Muitas pessoas nunca entrariam num restaurante vegetariano. Mais do que abrir mais restaurantes vegetarianos, eu prefiro que aumente a oferta vegetariana em restaurantes não vegetarianos”, aponta Elisa. Maria aumenta a parada: “Eu preferia que não houvesse restaurantes vegetarianos.”
Ambas são a favor daquilo a que chama “normalização do vegetarianismo” — sem “protesto” e “manifestação”, sem “urgência na mudança”, sem formas e nomes esquisitos. “Isso é um problema do vegetarianismo”, alerta Elisa, que só gostava de tomate e cenoura crua. “Fui vítima do tipo de vegetarianismo que existia. Colocavam-me à frente comida que eu não entendia o que era, não identificava o que estava a comer, bolinhas de cor diferentes. Não entendia o prato, sem nome. E os que tinham nome, era estranho. Eu não ia fixar o nome daquilo. E parecia que sabia tudo ao mesmo. As pessoas gostam da comidinha do costume.” Esse é um dos truques da Aliança Animal que inventou o programa “E o seu restaurante, já tem?”, garantindo aos consumidores que naquele estabelecimento encontrarão pelo menos alguns pratos confeccionados somente com ingredientes de origem vegetal (Veg Certification – Basic), que a ementa é constituída na sua maioria por pratos confeccionados unicamente com ingredientes de origem vegetal (Veg Certification – Premium) ou que a totalidade da ementa é constituída por pratos confeccionados exclusivamente com ingredientes de origem vegetal (Veg Certification – Excellence).
A experiência de Maria Aragão permite “derrubar mitos” nas cozinhas dos restaurantes (“Que a comida vegetariana não tem sabor, que não se consegue fazer os pratos tradicionais portugueses, que tem que se tirar o açúcar e o glúten, que é caro...”). “A Maria faz tudo”, avisa a sua “cara-metade no activismo”. Faz rojões, jardineira, feijoada... “Tudo! Eu engordei. Uma pessoa aprende a cozinhar e depois... a culpa é dela!” Por culpa delas, na zona do Porto já foram servidos vários certificados (com validade de um ano). Gelados artesanais no La Copa, tosta mista de queijo e salpicão no Café do Comércio, crepes e sorvetes na creperia La Bombarde, pizza no Hand Go, natas do céu no Alma Portuense. E, claro, cerca de um quarto do menu do Al Forno: cinco variedades de francesinha (tofu, seitan, tofu fumado, caril e de tempeh), cachorro, bife, pica-pau... “Toda a gente come comida vegetariana. Alguns só acrescentam os animais.”
Elas dizem que é tudo “muito mais simples” e “muito mais rápido”. “A preparação e os tempos de cozedura de carnes e peixes não existe. Não existe estar uma hora ou duas a fazer um assado. Faz-se um prato em dez minutos para fazer uma refeição para a família. Isso é um ponto forte do vegetarianismo”, recorda Maria Aragão. “As nossas receitas vão ao encontro dos sabores que as pessoas gostam, dos sabores tradicionais portugueses. Quem está na transição, com curiosidade, fica muito mais atraído por algo que é semelhante”, junta Elisa, consciente da importância das “memórias” e da “parte emocional da comida” na alimentação do dia-a-dia. “Se as pessoas sentirem que têm algo a perder, é mais uma dificuldade. A Maria faz todos os doces de Natal. Tudo é mais simples se a pessoa perceber que pode ter a mesma mesa. Retiramos as dificuldades e mantemos as memórias, o carinho que as pessoas têm pelas receitas.”
Elas servem os animais, facilitam a vida ao restaurante (“Ficam espantados. Não sabiam que era tão fácil”) e aos vegetarianos. “Comam descansados.”
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Este artigo integra a série Há vida para além da carne, incluída numa edição especial da Fugas dedicada à gastronomia. O número de vegetarianos em Portugal quadruplicou nos últimos dez anos: serão agora cerca de 120 mil. Metade são veganos. Ao mesmo tempo, nunca se falou tanto da importância de uma alimentação equilibrada, com menos carne, peixe, lacticínios. Pelo país, somam-se projectos inovadores que não utilizam qualquer produto de origem animal. Fomos conhecer alguns deles.
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/11/11/fugas/noticia/elas-nao-servem-animais-servem-os-animais-1791696



sexta-feira, dezembro 08, 2017

EM ZONA ALTAMENTE AFRICANIZADA - SEGURANÇA DE DISCOTECA MORTO A TIRO POR GRUPO

Um tiroteio ocorrido no parque de estacionamento da discoteca 'Barrio Latino', na rua da Cintura do Porto de Lisboa, na zona de Santos, em Lisboa, causou a morte a um segurança de 42 anos.  O incidente ocorreu esta Vernes, por volta das 13h00, numa festa que se prolongou até perto da hora de almoço. Terá sido nessa altura que um grupo entrou dentro da discoteca com o intuito de causar distúrbios. Os seguranças do local imediatamente expulsaram os elementos desestabilizadores do espaço nocturno, que regressaram momentos mais tarde ao local. Um dos indivíduos foi ao automóvel buscar uma arma de fogo e começou a disparar sobre os seguranças do local, acabando por atingir um destes na cabeça. A vítima foi transportada em estado grave por amigos para o Hospital de São José, em Lisboa, onde acabou por morrer. O grupo suspeito da morte do segurança pôs-se em fuga e está a ser procurado pelas autoridades.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/alerta-cm-tiroteio-em-discoteca-mata-seguranca-em-lisboa?ref=HP_Destaque

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Sempre achei uma ingenuidade do camandro essa de simplesmente expulsarem um grupo de uma discoteca sem chamarem a polícia. Sempre me pareceu absolutamente óbvio que com «gente» dessa todo o cuidado é pouco e não se deve deixá-los à solta ou sem um correctivo notoriamente severo,  que os faça perceber que provocar e agredir em grupo significa arriscar a própria vida, especialmente quando o grupo em questão é de origem africana ou brasileira - não sei se este caso é desses, o artigo omite a identidade étnica dos agressores...


SOBRE O PORTUGUÊS DE PORTUGAL E O DO BRASIL

A Sputnik Brasil falou com a professora catedrática portuguesa Inês Duarte, do Departamento de Linguística Geral e Românica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, para saber se há realmente possibilidade de separação linguística entre Portugal e o Brasil.
Não é segredo que no Brasil já começaram a ouvir-se vozes de que o português brasileiro se distinguiu demasiadamente do português europeu. A linguista Duarte acusa o purismo na linguística brasileira que depois foi substituído por modernismo radical:  "O século XIX no Brasil, sobretudo os últimos 50 anos do século XIX, é um tempo em que aparece um purismo em relação à língua. Há intelectuais brasileiros a pedirem que os brasileiros falem a língua de Camões. Quando digo a língua de Camões não é metaforicamente, é literalmente, isto é, que vão aos textos do século XVI, falar como supostamente aqueles escritores falavam, o que é completamente idiota."
Para Inês Duarte, uma das consequências desse purismo é a atitude que os modernistas brasileiros têm em relação ao idioma apostando na distinção como se fossem idiomas diferentes: "O que acontece é que o modernismo insiste na especificidade do brasileiro. Curiosamente, o que nós temos depois, nos anos 70 e 80, são linguistas que, ao contrário dos antigos gramáticos (o Brasil teve gramáticos surpreendentes, melhores que os Portugueses, durante o século XX, há um espectacular, Manuel Said Ali). O que acontece é que a nova geração de linguistas brasileiros dos anos 70 e 80 entram nessa onda do modernismo, eu penso que em alguns casos não como afirmação da cultura brasileira, é mais por desconhecimento do que era o Português falado em Portugal", afirma. 
Porém, agora tenta-se moderar a situação e há linguistas brasileiros a entenderem que as duas variedades do idioma português não são afinal tão diferentes como se pensava, acredita a professora. Isto já cria condições para uma cooperação maior entre Portugal e o Brasil na área linguística: "Agora decidir que as duas variedades são línguas diferentes tem mais a ver com questões políticas e económicas do que com questões linguísticas", disse.
Porém, este cenário é ruim para a linguista portuguesa: "Se insistimos em dizer que há duas línguas, perdemos no panorama mundial, porque no limite iríamos ter um português de Angola, outro de Moçambique etc… O que é mais importante para nós, é dizer que somos uma língua, como dizem os Ingleses, os Americanos ou os de Singapura, ou dizer que temos não sei quantas linguazinhas?"
E os outros?
Obviamente, a situação entre português brasileiro e português europeu não é a única. Há outros exemplos de diferenças até mais explícitas que não resultam em separação linguística por razões políticas e económicas, explica a professora Duarte: "Se olharmos para o que se passa nas línguas dos antigos impérios coloniais, o Inglês, o Espanhol, o Francês, aquilo que verificamos é que, por exemplo, as diferenças entre o francês falado em França ou no Canadá são gigantescas, mas ninguém diz que o francês do Canadá não é francês. As diferenças entre o espanhol falado na Península Ibérica ou em São Domingos [capital da República Dominicana] são gigantescas, mas ninguém diz que há dois espanhóis." 
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Fonte: Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://br.sputniknews.com/cultura/2017120810033924-portugues-brasil-portugal-lingua-separacao/

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Desde que a unicidade do Português a nível mundial não contribua para a bastardização da língua falada em Portugal, através do acordo ortográfico de 1990 e/ou outras merdices, tudo bem... caso contrário, mais vale que se separem os idiomas. Querer forçar uma similitude através de artificialismos é nada mais que um vestígio do Império em versão intelectualóide, a mania das grandezas imperiais em versão linguística. 

ESTUDO CONFIRMA QUE EUCALIPTOS SÃO ALTAMENTE NOCIVOS À FLORA EUROPEIA

O eucalipto provoca "autênticos 'desertos' à sua volta", gerando "uma dramática redução da biodiversidade do território", de acordo com uma investigação internacional publicada na revista Global Ecology and Biogeography.
Daniel Montesinos, do Centro de Ecologia Funcional da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), é um dos investigadores, que também envolveu estudiosos da Austrália, do Chile, dos EUA e da Índia. Os especialistas avaliaram a biodiversidade vegetal presente em eucaliptais da espécie eucalyptus globulus, tanto na sua área nativa — Austrália —, como em países de todo o mundo onde a espécie foi "introduzida de forma industrial, incluindo Portugal, onde esta espécie" de eucalipto é a mais comum, lê-se numa nota da Universidade de Coimbra divulgada nesta quarta-feira.
"As substâncias químicas presentes nas folhas dos eucaliptos impedem o crescimento das raízes de outras espécies nativas, motivo pelo qual os eucaliptais contêm muito pouca biodiversidade fora da sua área nativa, na Austrália", explica Daniel Montesinos, citado pela UC.
O principal resultado deste trabalho, salienta o investigador da FCTUC, "foi mostrar, pela primeira vez e à escala mundial, como a biodiversidade por debaixo dos eucaliptos é muito menor do que fora da sua área de influência, e como extractos das folhas de eucaliptos impedem o crescimento das raízes de outras espécies de plantas".
A plantação de eucaliptos é "altamente prejudicial", alerta Daniel Montesinos, sublinhando que "o empobrecimento de espécies gerado pelos eucaliptos tem impacto em todo o ecossistema, por exemplo, ao nível do controlo da erosão dos solos ou da manutenção da biodiversidade".
A redução da biodiversidade só não acontece no país nativo (Austrália), porque "numerosas espécies conseguiram ali desenvolver uma tolerância aos produtos químicos presentes nas folhas dos eucaliptos ao longo dos séculos", explica a UC.
Fora da Austrália, "ironicamente, algumas das espécies que de facto conseguem sobreviver debaixo dos eucaliptais são também espécies exóticas, criando um círculo vicioso de reduzida biodiversidade e espécies invasoras", refere Daniel Montesinos.
"Os resultados do trabalho mostram, já sem qualquer dúvida, o empobrecimento das superfícies plantadas com eucalipto, que mesmo que de longe possam ter uma aparência 'verde', são na realidade 'desertos'", conclui o investigador.
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/12/06/sociedade/noticia/estudo-revela-que-eucalipto-provoca-dramatica-reducao-da-biodiversidade-1795079

VÍTIMAS DO INCÊNDIO DE PEDRÓGÃO GRANDE QUEREM QUE O POVO SAIBA O QUE REALMENTE ACONTECEU

A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG) disse hoje entender que, "por um princípio de justiça e solidariedade, todo o país deve ter a consciência do que se passou com as vítimas" deste fogo.
"A AVIPG entende que, por um princípio de justiça e solidariedade, todo o país deve ter a consciência do que se passou com as vítimas do incêndio de Pedrógão Grande, pois só assim ter-se-á a real compreensão da dimensão da tragédia e das suas circunstâncias pessoais, de forma a que possamos tirar lições desta que foi a maior tragédia em termos de vidas humanas em matéria de incêndios florestais em Portugal", refere a estrutura, numa comunicação enviada à agência Lusa.
A associação diz ainda que está a "organizar, em coordenação directa com o Ministério da Administração Interna, a disponibilização de informação parcelar por vítima ou família relativa ao capítulo 6 do relatório intitulado 'O complexo de Incêndios de Pedrógão Grande e Concelhos Limítrofes, iniciado a 17 de Junho de 2017' [...], aos familiares das vítimas que detenham a titularidade do acesso à documentação, nos termos legais e previstos na deliberação da Comissão Nacional de Protecção de Dados de 21 de Novembro de 2017 e do Regime de Acesso à Documentação Administrativa".
Este estudo, elaborado pelo Centro de Estudos Sobre Incêndios Florestais da Universidade de Coimbra, foi coordenado pelo professor Domingos Xavier Viegas. 
A Comissão Nacional de Protecção de Dados vetou a publicação integral do capítulo 6 do relatório, permitindo apenas que os familiares das vítimas tenham acesso à informação.
A CNPD considera que a divulgação pública do relatório expõe "as pessoas num grau muito elevado, afectando significativamente os direitos fundamentais ao respeito pela vida privada e à protecção de dados pessoais".
Hoje, em comunicado, a AVIPG diz estar "fortemente empenhada em promover o acesso à documentação aos familiares das vítimas e, paralelamente, está a recolher a autorização dos mesmos para a sua divulgação total ou parcial".
"Não há mais espaço para protelamentos, ignorância e medos depois de 2017. O país precisa acordar para o real problema da interioridade e a sua desertificação, do desordenamento florestal e do abandono da floresta enquanto pilar da economia nacional, da ausência de direcção, fiscalização e controlo por parte das entidades públicas e suas concessionárias e da ausência e falhas na protecção e socorro às populações", refere a nota enviada à Lusa.
Assim, "solicita-se a todos os interessados directos que entrem em contacto com a AVIPG pelo 'email' afvipg@gmail.com para agendamento da entrega do extrato que lhe diz respeito num dos dois polos - de Pedrógão Grande ou de Lisboa, em data a indicar".
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Fonte: http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/associacao-de-vitimas-de-pedrogao-exige-que-todo-o-pais-saiba-o-que-aconteceu